VLT Zona Sul – A volta dos bondes

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Quero Metrô
Quero Metrô | Mar 28, 2015 | em Mobilidade Urbana

Frente aos corredores BRS e as atuais propostas de troncalização das linhas de ônibus na Zona Sul carioca, fica evidente que as rotas hoje não são muito diferentes de décadas atrás. Porém, no passado, o principal meio de locomoção na cidade era outro: bondes. O Rio de Janeiro possuía uma das maiores redes de carris de ferro do mundo, totalizando mais de 300 km de vias. Muito mudou desde então, e os charmosos bondinhos foram erradicados para dar lugar aos modos rodoviários, sinônimo de progresso na época.

Porém, a eficiência energética de outrora se mostra a solução para o futuro! Um moderno bonde está sendo construído no Centro da Cidade (com outro nome, VLT, mas ainda o mesmo modal). Como fica claro em diversos estudos de demanda (como no PDTU), a Zona Sul concentra grande parte dos polos de atração de viagens na cidade, sendo importante gerador de postos de trabalho.

Uma população considerável de trabalhadores chegam na região diariamente, seja de ônibus, metrô ou carros, gerando grande movimentação nas vias da região. Contudo, este tráfego local se mistura e disputa espaço com o carregado movimento para fora da região. A maioria dos deslocamentos dentro da Zona Sul são realizados por linhas de origem ou destino fora da região, como as linhas 1xx (Radiais Sul, para o Centro) e 4xx (Diametrais Norte x Sul, vindas da Zona Norte). Como a movimentação de passageiros dentro das regiões é muito superior que o movimento para outras regiões, como já mostrava o PDTU 2003, acaba ocorrendo um desestímulo aos modos coletivos de transporte em prol dos individuais motorizados.

É para quebrar este paradigma que renasce o icônico bonde! Um sistema de carris de ferro renovado e modernizado, criando uma rede circular ao redor de pontos turísticos, como a praia de Copacabana e o Pão de Açúcar. A implantação do sistema seria em seis fases, com as seguintes linhas*:

Fase 1:

501 - Circular 1 (via Gávea/PUC)
502 - Circular 2 (via Gávea/PUC)

Fase 2 (+):

503 - Botafogo x Praia Vermelha
504 - Gávea/PUC x Botafogo (via Jardim Botânico)

Fase 3 (+):

505 - Botafogo x General Osório
506 - Botafogo x Gávea/PUC (via Orla)
507 - Gávea/PUC x Leme
508 - General Osório x Praia Vermelha

Fase 4 (+):

509 - Pequena Circular 1 (Copacabana x Botafogo via Túnel Velho)
510 - Pequena Circular 2 (Botafogo x Copacabana via Túnel Velho)

Fase 5 (+):

511 - Gávea/PUC x Leme (via Lagoa)
512 - Lagoa Circular 1 (via Gávea)
513 - Lagoa Circular 2 (via Gávea)

Fase 6 (+ Final):

514 - Botafogo x Lagoa Circular 1 (via Catacumba e Cantagalo)
515 - Lagoa x Botafogo Circular 2 (via Catacumba e Cantagalo)

*A numeração 5xx é em referência as atuais linhas de ônibus Auxiliares Sul.

Resgatando parte da estrutura que existiu no passado e criando novas conexões dentro da realidade atual e tendo em vista o desenvolvimento que haverá com os Jogos Olímpicos: Sim, queremos a volta dos bondes!

O "Quero Metrô" é um projeto participativo e essa proposta foi organizada por Rodrigo Sampaio. Texto revisado por Pedro Geaquinto e Jana Rocha.

editado em mar 28, 2015 por Quero Metrô

Tina Werneck Mar 28, 2015

Excelente ideia! Os modos rodoviários, que foram sinônimo de progresso no passado, hoje são sinônimos de poluição atmosférica, sonora e visual, de ineficiência, engarrafamentos, má qualidade e corrupção. Por uma cidade mais limpa e eficiente, com grande chance (aí sim) de voltar a ser maravilhosa, eu voto neste projeto também.

João Pedro Maya Mar 30, 2015

Depois de muito analisar esta questão de termos escolhido lá pelos anos 60 o modelo rodoviarista individual em detrimento das soluções vigentes (e corretas na época!) de transporte em massa como os bondes e trens, vejo que não houve progresso e muito menos esse era o espírito que nos movia naquela época. O que levou a renunciar a mobilidade urbana era simplesmente a chegada de um lobby poderoso da nascente indústria automobilística, sua corporações e os polpudos impostos que ela gerava aos cofres públicos.

Cadu Souza Mar 29, 2015

Adorei o projeto!! 

José Henrique Melman Mar 30, 2015

Muito legal!

Como sugestão, poderia ser pensado alguma passagem pelas ruas Barata Ribeiro ou Nossa Senhora de Copacabana e Prudente de Moraes/Gal. San Martin ou Visconde de Pirajá/Ataulfo de Paiva.

Se a troncalização der muito certo, o contingente de veículos poderá ser enormemente reduzido e o trânsito de automóveis particulares (e mesmo de alguns poucos ônibus restantes) poderia ser feito a partir de vias de pista única nos cantos dessas avenidas, uma em cada sentido, com o VLT circulando pelas faixas centrais. Na atual via paralela, o trânsito ficaria com duas faixas em cada sentido para absorver o trânsito residual e receber os autos que saem de cada quarteirão da via paralela, com ilhas para pedestres no meio. Com o perdão da "arte em caracteres", algo assim:

Barata Ribeiro

============================================
<< CARROS << ÔNIBUS << BICICLETAS << (1 FAIXA)
-------------------------------------------------------------------------------------
<< VLT << VLT << VLT << VLT << VLT << VLT << VLT
VLT >> VLT >> VLT >> VLT >> VLT >> VLT >> VLT >>
-------------------------------------------------------------------------------------
>> CARROS >> ÔNIBUS >> BICICLETAS >> (1 FAIXA)
============================================
E a N.Sra. de Copacabana ficaria assim:

============================================
<< CARROS << ÔNIBUS << BICICLETAS << (1 FAIXA)
<< CARROS << ÔNIBUS  << (1 FAIXA)
======== ILHA PARA PEDESTRES ================
>> CARROS >> ÔNIBUS >> (1 FAIXA)
>> CARROS >> ÔNIBUS >> BICICLETAS >> (1 FAIXA)
============================================

José Henrique Melman Mar 30, 2015

Com a configuração como a do meu comentário acima, adicionalmente à implantação de modais coletivos de transporte, haveria uma pressão para abandono do automóvel particular.

Possíveis efeitos colaterais (porque fui escrevendo logo a ideia porque me empolguei com o assunto), talvez cada transversal acabasse por ter que ficar em mão dupla.

Outra sugestão para complemento da ideia seria ligar com o VLT do Centro via Túnel Santa Barbara, via Aterro/Praia do Flamengo e/ou via Túnel Rebouças.

Jaime Colorado Mar 30, 2015

projetos que só atendam a Zona Sul e não a articulem com o restante da cidade acabam refletindo o que mais acontece, estimulo de crescimento onde já não há mais onde crescer.

Sem um transporte de massa descente zona norte / zona sul ou zona oeste / zona sul, o estimulo ao uso do carro persiste.

Imagine alguém vindo da Penha: Trem lotado, Metro Lotado e VLT lotado? ou apenas o 483?

A cidade do Rio tem que tomar uma decisão: ou cria subcentros nas zona norte / oeste, ou investe na ligação de bairros distantes aos  existentes.

José Henrique Melman Mar 30, 2015

O sistema de ônibus da Zona Sul está para ser alterado, removendo sobreposições e alterando linhas. Como não há maiores detalhes até agora, não temos nem como saber se haverá um 483 a partir de 01/07/2015... Coincidência ou não (e isso só os autores da proposta podem confirmar), as linhas propostas parecem se inspirar em boa parte das propostas gerais da dita "racionalização das linhas de ônibus da Zona Sul"

E certamente não seria "apenas para a Zona Sul", a própria expansão do BRT (Ou, com sorte, VLT https://desafioagorario.crowdicity.com/post/97477 ) TransBrasil até Botafogo ( https://desafioagorario.crowdicity.com/post/84509 ) seria beneficiada por uma melhor conectividade; Alguém da Penha poderia pegar um dos trechos transversais de integração ( https://desafioagorario.crowdicity.com/post/97450 e/ou https://desafioagorario.crowdicity.com/post/93622 ) e escolher um serviço de BRT/VLT/Metrô/Ônibus que tivesse melhores condições de usabilidade, ou mesmo que desafogasse o Centro (diversas propostas prevêem conexão de BRTs e/ou VLTs em Gávea - https://desafioagorario.crowdicity.com/post/84630 , Botafogo (acima) , Ipanema - https://desafioagorario.crowdicity.com/post/93598 -, ligações alternativas da própria Zona Sul com o Centro - https://desafioagorario.crowdicity.com/post/84564) e esse sistema ajudaria a distribuir o fluxo de passageiros entre os modais e o destino, além da circulação interna.

Entendo uma rejeição inicial a um investimento de grande monta em uma área que definitivamente não é carente de serviços públicos, mas, assim como o Centro, a Zona Sul também é o destino de diversas viagens dentro da Cidade. (pra ser mais preciso teria que dar uma olhada nas informações de origem/destino do PDTU) Além disso, a área possui um alto índice de motorização e o desestímulo do uso de carros com o fechamento de vias ao tráfego e de vagas de estacionamento teria impacto positivo no trânsito ao menos do Centro.

A ideia de subcentros pela cidade é tão importante que conta da Lei Complementar 111/2001 já prevê o estímulo a áreas complementares, que também receberam propostas aqui, algumas até mencionei acima. A capilarização de transportes eficientes e de média capacidade é fundamental para que o sistema possa vir a desencorajar o uso do automóvel.

Pedro Geaquinto Mar 30, 2015

Não preciso acrescentar mais nada, você falou tudo que poderia responder ao Bolanhos.

Em resposta a sua dúvida sobre a coincidência com o plano da Prefeitura e nosso método de criação: há anos temos essas ideias de modalidades leves com serviço local (sistemas racionalizados de ônibus e bondes) para boa parte dos sub-centros do Rio, da Zona Sul, Norte, Oeste, outros municípios. Esse esquema da Zona Sul já estava montado no acervo do Quero Metrô há pelo menos 3 anos e para a tal "Grande Circular Turística" Prefeitura parece ter bebido da mesma fonte que o nosso grupo, que foram esquemas antigos de bondes. É engraçado que até mesmo a linha Laranjeiras - Cosme Velho, que a prefeitura também propôs, está nos nossos acervos há tempos, depois de um leitor sugerir isso para melhorar o tráfego da Rua das Laranjeiras.

Da mesma forma, a inspiração para as outras linhas na racionalização (esquema da PCRJ: http://s2.glbimg.com/gMKcqlkk52d4JVqnyTIee2DK.../03/17/mapa.jpg ) tem outras origens como os corredores transversais do Lerner e mesmo as linhas policromáticas do Doxiadis. Gosto muito dessa racionalização, com ressalva nas linhas do Rebouças que deveriam ter um perfil mais "aberto" (estilo BHLS), recebendo as atuais linhas diametrais (4xx), justamente para integrar melhor as zonas Norte e Sul, evitando baldeações forçadas com modalidades de capacidade semelhante (ônibus) ou mesmo maior (trens).

Reparem que todas esses troncos propostos da Prefeitura (verde, vermelho, azul), com exceção da Circular, são compatíveis com trajetos de metrô, em especial as linhas azuis com a futura Linha 4 até o Centro e mesmo as linhas verdes coincidem com a Linha 1, mesmo que essa ligação local radial é sim interessante como capilarização da densidade do Centro Expandido, ainda que seria mais interessante bonde em vez de ônibus para compatibilizar o sistema local radial com o sistema local central-circular. Houve também coincidência (como disse há inspirações coincidentes, como as transversais do Lerner) entre os trajetos dos troncos de ônibus racionalizados e as linhas de metrô do Quero Metrô, que não são adequadas num desafio municipal. As propostas que postamos aqui são resultado de alguns anos de acúmulo de ideias e discussão entre muitas pessoas - iria até sair mais coisa se não fosse falta de tempo.

Pedro Geaquinto Mar 30, 2015

Parafraseando a minha própria resposta quando divulgamos essa proposta no Facebook e recebemos um "Só que o Rio não se resume à Zona Sul!" de um de nossos seguidores:

"Não, tanto que defendemos esse tipo de infraestrutura de transporte coletivo local em todos os centros regionais e polos emergentes na Região Metropolitana. Mas seria bem interessante a Zona Sul sem ônibus (novamente), como uma região modelo. Com o plano dos bondes/VLT internos, apenas seriam necessárias as linhas de metrô do QM (Linhas 5 e 7) e coisas que apenas tocariam, mas não entrariam na Zona Sul, como o bonde do centro fazendo linhas radiais até Botafogo para um espalhamento dos empregos."

Jaime Colorado Mar 30, 2015

Começando pelo final, o transito que vejo na zona sul não seria suprimido pelo VLT, pois normalmente a origem é Barra da Tijuca, Recreio, Campo Grande (zona Oeste).

Realmente vejo com grandes restrições ainda investir mais na zona sul, aumentando ainda mais o grande vão de investimento entre as regiões da cidade. Realmente acredito em deixa-la como está, com Metrô e algumas linhas de ônibus e talvez o VLT fazendo Botafogo x Leme x Urca, que tem um ar mais turístico, baixa extensão e poucas linhas suprindo. https://desafioagorario.crowdicity.com/post/84244

Ter um sistema que articule a zona sul com o restante da cidade seria prioridade https://desafioagorario.crowdicity.com/post/84509 , seguido pelo desenvolvimento de subcentros https://desafioagorario.crowdicity.com/post/98882 .

Entre gastar com trilhos na zona sul ou na Av. Brasil, prefiro na Av. Brasil: https://desafioagorario.crowdicity.com/post/97477

Cadu Souza Mar 30, 2015

Ei, Bolanhos!! Você já viu o meu projeto junto com o Quero Metrô??

https://desafioagorario.crowdicity.com/post/97100

Jaime Colorado Apr 2, 2015

Sijm, e votei 

Rodrigo Sampaio Mar 30, 2015

Complementando os outros, a ideia também é desenvolver um novo subcentro na cidade, no eixo Gávea - Ipanema - Copacabana - Botafogo. Um subcentro na ponta da Zona Sul, independente do Centro Histórico (já que o que temos hoje com força é muito mais um transbordo da região central que um novo subcentro). Assim, A Zona Sul passaria a atrair ainda mais viagens da porção Oeste da Metrópole (especialmente Barra e Jacarepaguá), reduzindo a pressão dessas regiões no fluxo radial (para o Centro). Como o projeto aumenta o raio de atração das estações da Linha 1, investimentos em novas linhas metroferroviárias podem ser direcionadas para resolver outros problemas, como as ligações trensversais com a Zona Norte e os gargalos para o Centro.

Incentivando qualquer circulação local em regiôes com potencial de desenvolvimento, diminui o desconforto desses deslocamentos. Assim haverá mais espaço para alguém vindo da Penha embarcar no trem e metrô. Fora a articulação com outras ideias, como o Arco Viário:
https://desafioagorario.crowdicity.com/post/93598

Tatiana Oliveira Mar 31, 2015

Concordo com o Bolanhos, não faz sentido investir milhões em mobilidade, principalmente em VLT na Z.Sul quando na verdade a demanda está em outras área da cidade, z.norte, oeste e quem vem da Baixada para o Rio, comparando com outras regiões a z.sul é e sempre foi privilegiada, tem transporte de 1º mundo, enquanto o subúrbio falta opção de transporte, o metrô e os ônibus dão conta do recedo e atende muito bem a demanda, quem precisa de vlt é Jacarepaguá que está insuportável, Madureira-Del Castilho, não a z.sul onde as pessoas não vão abrir mão dos carros para usar vlt e investir em melhorias no eixo Cento-Z.Sul é querer manter a centralidade, o monopólio de bons empregos e vários especialistas já disseram, pode investir bilhões em transporte em direção a essa região que nem o melhor metrô do mundo vai comportar, a cidade do Rio é retangular, há um deslocamento pendular das regiões oeste, norte, baixada em direção ao Centro e z.sul de manhã e ao contrário a tarde, isso é percebido por qualquer um que pega a Brasil ou os trens todos os dias, desculpe mas insistir nisso é burrice, um modelo que há anos já não funciona, nem parece uma proposta do Quero Metrô, por mais que seja um projeto participativo.  Fiquei triste.   :(

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Rodrigo Sampaio Apr 2, 2015

A origem da demanda pode estar em outros lugares, mas o destino da demanda é Centro e Zona Sul. Os trabalhadores que vem da Baixada precisam circular com facilidade na região, em vez de perderem 1h ou mais no trânsito só para chegar a Central do Brasil ou São Cristóvão (onde enfrentam mais um desafio, trem ou metrô). Não é porque a Zona Sul é servida por uma linha metroviária que sua mobilidade está completa. Na verdade, é muito pelo contrário. Há grades dificuldades de locomoção na região, punindo justamente aqueles que só trabalham ali.Se aplicarmos o mesmo raciocínio, que onde há alguma estrutura não precisa de investimentos, o Centro não precisa de VLT, Méier, Madureira, Del Castilho Bonsucesso, Penha, Pavuna, entre outros também não precisam, já são servidos por trem e metrô.

Não é assim, o sistema da cidade precisa integrá-la, levar as pessoas a todos os lugares de forma eficiente. Não tem como mudar perfil de ocupação do que já está ocupado da noite pro dia, enquanto a maioria dos postos de trabalho estiverem no Centro e na Zona Sul, elas irão precisar de infraestrutura. 

Além disso, o título deixa claro, "a volta dos bondes". Não é um modal novo, é reconstruir algo que já existiu, dando prioridade ao deslocamento coletivo e aumentando a o alcance dos pontos de maior capacidade (no caso do Metrô).. 

Rodrigo Sampaio Apr 2, 2015

Vejam os dados de postos de trabalho que consegui compilar:
http://imgur.com/a/GyZHD

Fonte:
http://portalgeo.rio.rj.gov.br/

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Matheus França Mar 31, 2015

Show de bola! Pela volta dos bondes/VLTs no Rio de Janeiro todo! Para deslocamentos intrabairros!

Daniel Uram Apr 1, 2015

Apoio essa ideia junto a diminuição dos ônibus nas mesma vias

Ágora Rio Apr 2, 2015

This idea has been advanced to the next phase

José Henrique Melman Apr 2, 2015

Tem informações interessantes também em documentos do PDTU, baixem:
http://download.rj.gov.br/documentos/10112/21...acaoA.part1.rar
http://download.rj.gov.br/documentos/10112/21...acaoA.part2.rar
http://download.rj.gov.br/documentos/10112/21...acaoA.part3.rar
http://download.rj.gov.br/documentos/10112/21...acaoA.part4.rar
descompactem e abram o arquivo .pdf nas páginas 162 (no arquivo PDF vá para a página 182) a 196 (216 no PDF), que apresentam gráficos dos deslocamentos por horário de pico entre as regiões para transporte individual, coletivo e viagens a trabalho.

Outros arquivos referentes ao PDTU estão em http://www.rj.gov.br/web/setrans/exibeconteudo?article-id=626280

'Dado' Eduardo P.Moreira Apr 3, 2015

Não adianta mexer no viário sem ser racional. Melhorar o sistema de transporte coletivo, atraindo e incentivando a maior parte da população a usar o transporte público é possível com transporte sobre trilhos. Menos congestionamentos, trânsito mais civilizado e consciente. Com ônibus haveria a possibilidade se houvesse mais investimentos em tecnologias e conforto, mas não isso não parece ser de interesse dos empresários. O mundo desenvolvido enxerga os trilhos como solução, porquê aqui vemos como problema ?
Pela voltas dos Bondes/VLTs ! Que isso seja um começo, que seja disseminado pela cidade maravilhosa toda !
Apoiado, excelente e muito bem pensada proposta !

Rodrigo Sampaio Apr 4, 2015

Amigos, votem no vlt em Madureira!!!

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