Desafio Ágora Rio

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Transporte Coletivo Municipal

Postado por Ágora Rio (Admin) Jan 18, 2015 Postado em

Este eixo, que tem como tema o Transporte Coletivo, deverá focar principalmente nos sistemas municipais: ônibus, BRTs e VLT. Atualmente o sistema de ônibus carrega 99 milhões de passageiros por mês, porém 70% deste passageiros utilizam apenas 30% das linhas. Já o BRT, leva cerca de 440 mil passageiros por dia ao longo de seus 91km já construídos. Com inauguração prevista para 2016, o VLT pretende revolucionar a dinâmica da mobilidade, realizando a integração entre metrô, trens, barcas, teleférico, BRTs, aeroporto Santos Dumont e ônibus convencionais no Centro da Cidade. Durante esta fase de Engajamento no Ágora Rio, conheça um pouco mais os planos da Prefeitura para estes modais em 2016.

Já na próxima fase, você poderá enviar propostas sobre como tornar os sistemas de transporte coletivo mais eficientes, seguros, rápidos, integrados e sustentáveis!

 

Lista de documentos do tema:

1- Apresentação VLT - Pt. 1 - CDURP

2- Apresentação VLT - Pt. 2 - CDURP

3- Mapa VLT - CDURP

4- Dados básicos Ônibus - SMTR

5- Avaliação das linhas de ônibus segundo conduta do auxiliar (set/2014) - SMTR

6- Avaliação das linhas de ônibus segundo conservação da frota (set/2014)SMTR

7- Avaliação das linhas de ônibus segundo nível do serviço (set/2014) - SMTR

8- Mapa de bairros e população atendidas pelo BRT Transoeste - SMTR

9- Mapa de bairros e população atendidas pelo BRT Transcarioca - SMTR

10- Avaliação das linhas de ônibus segundo conduta do auxiliar (nov/2014) SMTR novo

11- Avaliação das linhas de ônibus segundo conservação da frota (nov/2014) - SMTR novo

12- Avaliação das linhas de ônibus segundo nível do serviço (nov/2014) - SMTR novo

13- Indicadores financeiros do Serviço Público de Passageiros por Ônibus (nov/2014) - SMTR novo

14- Informação do total de passageiros transportados por tipo de validação (nov/2014) - SMTR novo

15- Indicador índice de passageiros por quilômetro (IPK) e percurso médio mensal geral da rede de transporte do Serviço Público de Passageiros por Ônibus (nov/2014) - SMTR novo  

16 - Termo de Referência - PMUS

17 - Planejamento Estratégico da Cidade 2013 - 2016 - CVL

(Se tiver algum documento que você gostaria de ver aqui, comente dizendo qual é e marque o perfil da Prefeitura)

 

Essa publicação foi editada em Fev 2, 2015 por Ágora Rio

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Comentários (74)

RodrigoRJ diz... Jan 19, 2015

Sabemos que a concessão metroviária é do Estado do Rio de Janeiro e não da prefeitura, mas como podemos discutir o PMUS ignorando o metrô? O PMUS irá ignorar o metrô? Não seria caso de incluir o metrô na pauta? Embora a prefeitura não tenha a gerência da concessão, ela tem um forte poder (e dever) de avaliar conjuntamente com o estado e com a população, os projetos de metrô. O sistema de transporte é todo interligado, não podemos afastar esse modal da discussão.

Não se preocupe, Rodrigo. Apesar de não fazer parte dos modais de responsabilidade da Prefeitura, o metrô não está sendo ignorado. O PMUS utiliza os dados do Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU-2013), que é do Governo do Estado. Além disso, o Plano dá as diretrizes e aborda a mobilidade de forma estratégica para a cidade.

Leonardo Valente diz... Feb 19, 2015

Há com o que se preocupar sim, a prefeitura construiu o BRT Transcarioca no lugar do Metro do estado da Linha 6. É preocupante achar que tudo é parecido ou similar, apenas porque é mais barato. Não se economizou para ligar a Barra ao Metro pela Zona Sul, mas para a Zona Norte chegar a Barra se economizou e vandalizou Bairros como Madureira, Penha que receberam ridiculos viadutos onde qualquer urbanista não colocaria um fio de cabelo. A preocupação com a administração pública é grande.

José Henrique Melman diz... Jan 19, 2015

Os "Rankings", apesar de evidenciarem linhas com problemas, pecam pela não-inclusão do tipo de infrações, mencionando apenas os artigos, tornando o entendimento mais complexo.
Gostaria de ver nesse item, assim como no "transporte não-motorizado" a lista de obras já previstas ou em estudo (linhas novas de BRT, VLT, transporte lacustre, etc) (editei o post para solicitar a publicação pela prefeitura, conforme orientações)

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Prefeitura do Rio diz... Jan 26, 2015

Olá, José Henrique. Obrigado pelo seu comentário.

Diponiblizamos duas apresentações sobre o VLT na lista de documentos acima. Nestes arquivos, você pode encontrar informações completas sobre as trajeto linhas, crononograma de implementação de mais este modal de transportes. Seguem os links: 
http://bit.ly/ApresentacaoVLTPt1
http://bit.ly/ApresentacaoVLTPt2

Além disso, você pode acessar o site do PMUS e conferir o mapa do Panorama da Mobilidade, que apresenta o trajeto de todos os trajetos dos modais de transporte já em funcionamento ou em fase de construção, incluindo todos os BRTs da cidade. 
Confira em: http://www.pmus.com.br/

José Henrique Melman diz... Jan 29, 2015

Prefs,

Fiz "meu dever de casa", acessando o site indicado. Lá encontrei o Termo de Referência do PMUS, documento que seria interessante estar anexado. (link: https://drive.google.com/file/d/0B3K6Qc_wLQZsX1B6R0hqWWxQZzg/view )

Dentro dele, são feitas referências a Lei (fáceis de achar em uma busca no google) e outros documentos que também seriam interessantes estarem anexados, e cito trecho do documento:

"Mesmo sendo um plano municipal, o PMUS-Rio levará em conta demandas e aspectos metropolitanos, considerando inclusive o PDTU 2013 - Plano Diretor de Transporte Urbano da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Assim, a cidade do Rio de Janeiro deve ser encarada como o foco do Plano e a Região Metropolitana como área de influência do mesmo. Desta forma, elementos como a divisão de Zona de Tráfego e matrizes Origem-Destino do PDTU devem ser incorporadas.

"São orientadoras para os estudos de mobilidade as definições e diretrizes integrantes dos instrumentos da legislação urbana e edilícia em vigor na cidade do Rio de Janeiro, especialmente:

(....)
c) Plano Estratégico da Cidade do Rio de Janeiro;
d) Planos Locais, em especial os Planos de Estruturação Urbana - PEU’s existentes; [talvez sejam muitos para anexar, poderia haver um link para uma página contendo todos]
(....)
Deve-se considerar os planos e projetos existentes e em processo de implantação, com destaque para o Plano Diretor de Transporte Urbano da Região Metropolitana do Rio de Janeiro - PDTU 2013. Outros projetos significativos são:
(....)
h) Projetos de expansão do sistema Bus Rapid Service- BRS;
i) Projeto de expansão das Linhas de metrô;
(....)
l) Projeto de reurbanização da Avenida Rio Branco no centro da cidade;
(....)
p) Projeto do Arco Viário Metropolitano;
a)[sic] O sistema de aluguel de bicicletas e sua expansão;
q) Plano Estratégico de Transportes para as Olimpíadas Rio 2016."

Grato,

José Henrique
EDIT: Vi agora que o PMUS foi adicionado, não sei se já por conta desse pedido ou se por alguma coincidência. Os outros trechos negritados também são documentos que gostaria que fossem anexados, para saber mais sobre o assunto.

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Ágora Rio diz... Feb 2, 2015

Olá, José Henrique.

Incluímos o Termo de Referência do PMUS após a sua solicitação. O Termo é mesmo um documento muito importante, quanto mais pessoas tiverem acesso, melhor! 

O Plano Diretor de Transporte Urbano é uma atribuição estadual, você pode encontrar diversos documentos do PDTU, como Diagnótisco da Situação dos Transportes e o Planejamento de Transportes, através deste link:
http://www.rj.gov.br/web/setrans/exibeconteudo?article-id=626280

Incluímos também o Plano Estratégico da Cidade 2013 - 2016, que traça metas de crescimento e desenvolvimento do Rio de Janeiro, na lista de documentos acima.

Iremos adicionar mais documentos brevemente aqui no Desafio Ágora Rio. Convidamos você a continuar acompanhando.

José Henrique Melman diz... Feb 2, 2015

Obrigado, prefs!
No aguardo dos demais documentos, em especial os que negritei no comentário acima. :)

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José Henrique Melman diz... Feb 5, 2015

Alguma novidade?

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Marcelo Santos diz... Jan 21, 2015

A Prefeitura do Rio está trabalhando com métricas ridículas. O que conseguiram com esses rankings inócuos? Fizeram alguma coisa? Tomaram alguma atitude? Quais? Porque eu continuo vendo motoristas de ônibus voando baixo no Aterro do Flamengo, na Avenda Brasil e ultrapassando outros veículos pela direita. Continuo vendo motoristas de ônibus destratando pedestres e não parando no ponto quando não querem pegar passageiros. Continuo vendo motoristas de ônibus ferindo passageiros com freadas bruscas. Continuo vendo motoristas de ônibus parando o veículo para que ele ou o trocador façam um lanchinho, enquanto os passageiros aguardam no calor.

A Prefeitura não tem coragem de dar nome aos bois e usar métricas de verdade? Por que não dizem quantas mortes são causadas anualmente por excesso de velocidade dos ônibus? Só em março de 2014 foram três crianças atropeladas na calçada, no Recreio; google taí para mostrar. Por que não dizem quantos acidentes são causados pelos ônibus anualmente? Quantas reclamações são feitas anualmente sobre o desserviço de ônibus urbano? E o que faz a prefeitura a respeito? Corta a sobremesa dos concessionários? O lanche da Rioônibus? A viagem à Disney da Fetranspor?

Se a ideia aqui é convencer o carioca de que realmente querem fazer mudanças para melhor no desserviço de ônibus urbano, guardem a perfumaria e mostrem os números que realmente importam. Se a SMTR não tem os números - o que seria um vergonha mas não exatamente uma surpresa -, que acorra ao 1746, que tem muito mais informação a oferecer do que essas pobres tabelas postadas acima.

Luiz Henrique Barroso diz... Mar 14, 2015

Não é defender A ou B. Mas a Prefeitura usa métrica com os dados que são reportados. 

Eu só faço reclamações pelo 1746 hoje. Antigamente usava a FETRANSPOR ou a RIOÔNIBUS. 

Vejo ações mais eficazes via 1746 e acredito que minhas solicitações entrem para os indicadores oficiais. 

Via demais canais de comunicação das empresas de ônibus não dá resultado nenhum.

DiegoBritto diz... Jan 21, 2015

Enquanto o prefeito continuar mantendo a caixa preta do setor de transporte, nada irá melhorar. Pagamos caro por ônibus sem ar condicionado, e com um novo decreto desobrigando 100% da frota de ter ar condicionado. Isso é sustentável? Ou é comprometimento político? Troca de favores? Desculpem, mas discutir transporte, eu preciso saber de tudo que está escondido há anos. 

Jaime Colorado diz... Jan 25, 2015

E todos nós sabemos como será a distribuição dos "80%" de ônibus com ar condicionado. A parte pobre da zona Oeste e a Zona norte, que não Tijuca, ainda terão verões mais quentes que o restante da cidade.

Georgina S. S. Viana diz... Jan 21, 2015

Sem a menor dúvida , O VLT reduzirá custos . O BRT já esta dando resultados positivos , pode-se ir e vir da Barra em muito menos tempo . Quero saber é quando vão melhorar o transporte ferroviário . Ou será que "intenção" é matar esta via ? 

Jaime Colorado diz... Feb 9, 2015

Georgina,

o transporte ferroviário é de gestão do Estado e não do Município.

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Georgina S. S. Viana diz... Feb 12, 2015

Ok , Bolanhos ! E a responsabilidade inexiste quanto à este ... "pequeno detalhe" ? O fato é que o transporte ferroviário esta , e sim , cada vez mais ridículo . Ontem fui de trem para o centro da cidade , saindo da estação Penha Circular . Nada posso dizer quanto ao horário porque ele não aconreceu ; ponto positivo . Mas a composição não tinha vagões femininos e nem aquela passagem entre eles , bem antiga , que eu ainda não consegui entender as razões para que fossem retiradas . E sim , talvez , elas não impedissem os furtos e nem os assaltos mas , certamente , impediriam os ataques sexuais às mulheres , depois das cinco da tarde . Você nunca andou num trem onde as composições fossem assim , seladas entre si , não é ?  Eu já . Mas pela graça de Deus e o auxílio de um cidadão de coração bondoso e limpo , fui aconselhada a sair na próxima estação n, que não era a minha . Então , posso dizer que naquele dia escapei de ser atacada por muito pouco .  E nãoé só isto . Elas promovem maior circulação de ar dentro das composições . E isto significa economia de energia elétrica . Bom , ao chegar na estação de Manguinhos , pude ver uma outra composição , muito mais nova , e com as passagens entre os vagões . Acredito que "o Estado" esteja brincando de Escravos de Jó com o nosso dinheiro . Encomendam trens no estrangeiro , moderníssimos , velozes mas nada compatíveis com a nossa necessidade de país tropical , quente , abarrotado de pessoas por todos os lados , especiloamente,  em se tratando do Rio de Janeiro . Eu quero , e sim , ver que este tipo de transporte esta sendo valorizado pelas administrações , sejam elas municipais ou estaduais .  

Edison Moreira diz... Jan 24, 2015

Prezados,

É fato que o modal ônibus coletivo é o mais complexo de ser fiscalizado pela Secretaria Municipal de Transportes e pelo usuários. Existem dezenas de itens (problemas, erros, omissões, defeitos, baixa qualidade de serviços....) que podem e devem ser denunciados, propostos, melhorados, implementados. Venho pesquisando e estudando este modal há algum tempo e registro inicialmente que é impossível esta fiscalização pelo contigente de fiscais da SMTR. A conta é rapida e demonstra que devamos mudar a forma de ver/fiscalizar esta forma de transporte coletivo.

Cerca de 712 linhas com 9.028 ônibus X 3 ou 4 viagens dia X pelo menos 10 itens a serem fiscalizados =

Aproximadamente 316.000 itens/dia para cerca de no máximo 100 fiscais. É matemáticamente impossível que fiscais possam fiscalizar, cobrar e no limite multar as empresas.

Na minha visão, esta fiscalização só melhorará quando muitos milhares de usuários registrarem suas avaliações em seus dispositivos móveis ou computadores.

Com  isso a fiscalização e a gestão desta ficaria mais tempo analisando os dados registrados e planejando as fiscalizações nas empresas com piores serviços.

O relatório Ranking Negativo para Fiscalização Direcionada é um começo, porém tem pouquissimas ocorrências registradas, visto que os números acima são na escala de centenas de milhares.

Marcelo Santos diz... Jan 25, 2015

Caro,

sou uma das pessoas que há muitos anos, mesmo antes da gestão do atual prefeito, costuma notificar a ouvidoria da prefeitura sobre barbaridades nos ônibus. Agora, somos mandados ao 1746. Exerci meu direito e dever de fiscalizar, como sugerido por você. Não apenas eu, mas sei que muitas pessoas têm feito o mesmo. E o que acontece(u)? Nada. O máximo que acontece é um retorno dando conta da inclusão no inócuo ranking.

Ora, se nada acontece, para que reclamar? As pessoas percebem que os ouvidos da prefeitura são surdos para reclamações sobre os ônibus e, aí, param de reclamar. Em seguida, vem a Rioônibus bater bumbo: "as reclamações sobre os ônibus no 1746 caíram x%! Estamos melhorando!". E a prefeitura, padecendo de séria dissonância cognitiva, não é capaz de perceber que o número de reclamações caiu porque reclamar não tem adiantado; não é por conta da melhoria do desserviço da Rioônibus.

Há inúmeras formas de controlar a barbaridade dos ônibus do Rio. Só que não são de graça. Se houvesse alguém com coragem e/ou competência na smtr, imporia o padrão tecnológico nos ônibus que permite fiscalização contínua mesmo à distância e retiraria grande parte do poder de estrago dos motoristas de ônibus. Mas como não há...

Edison Moreira diz... Jan 27, 2015

Prezado, concordo com várias afirmações suas e nos posts abaixo aprofundo esta questão do canal 1746, que sucedeu a maioria das Ouvidorias. UM dos problemas centrais do 1746 é da falta de feedback para o reclamante/demandante dos serviços e para os outros centenas de milahres de cidadões que sabem, acompanham este canal, que nã minha visão é mais rico de informação sentido cidadão para Prefeitura do que da mesma para o cidadão. As quantidades de registros são altas, mas exagera-se nas respostas padronizadas do tipo Não é possível o atendimento deste pedido ou Agradecemos sua participação...

A relação da Prefeitura do Rio de Janeiro com estes concessionários está contaminada há pelo menos uns 30/40 anos, visto que é uma concessão de um serviço público e o serviço prestado é de segunda categoria....

Prefeitura do Rio diz... Jan 26, 2015

Olá, Edison. Obrigado pelo seu comentário.

Atualmente a Prefeituira do Rio já conta com o canal do 1746 para reclamações sobre diversos serviços, inclusive o de ônibus.

Durante o primeiro Desafio Ágora Rio, usuários da plataforma sugeriram a criação de um aplicativo móvel para avaliação específica dos ônibus da cidade. A proposta foi uma das finalistas do Desafio e sugestão chegou até o Prefeito. Atualmente, a ideia está em fase de estudo e poderá ser implementada em breve.


Edison Moreira diz... Jan 27, 2015

Prezados, conheço e uso regularmente o canal 1746 para registro de reclamações, pedidos de serviços de remoção de entulho entre outros.

A plataforma 1746, baseada na centralização de antigos "callcenters" ou telefones de contatos da Comlurb, RioLuz. SMTR e outros órgãos da Prefeitura tem várias limitações e já cumpriu sua etapa de centralização de atendimento e sua vinculação as metas operacionais dos órgãos . Mas é um dos canais prefeitura/cidadão e não o único canal e nem o mais eficiente. Todos nós temos experiências de registros que foram fechados sem ao menos que houvesse um feedback, uma explicação da área responsável por atender a demanda, o problema apontado. Nossa visão é de uso massivo de aplicativos para dispositivos móveis, fortalecendo um outro canal, que colham informações, avaliações da prestação de serviços das concessionárias de transporte público dos diversos modais, em especial ônibus, vlt logo que disponível, metrô, trem, barcas.

Quanto a aplicativos móveis, conheço e analisei os principais, começando pelo BUUS que ganhou o concurso RioAPPs, que na minha percepção pecou pela grande dependência da colaboração dos usuários, disponibilizando poucas informações e facilidades aos ususários, o PontoCerto demandado pela Universidade da Fetranspor (também fiquei surpreso com sus existência) para reciclagem de motoristas despreparados ou imprudentes.... Este app ficou muito centralizado no motorista, que é o ponta de lança das empresas concessionárias e reflete, estende a visão transporte como fonte de lucro máximo e não uma concessão de serviço da Prefeitura. Quais são as condições deste profissional, que em muitas vezes tem que fazer turnos extras, turnos manhã numa linha e tarde ou noite noutra linha.

Edison Moreira diz... Jan 27, 2015

Continuando,  foram implantadas versões adaptadas de plataformas de outras cidades de outros paises como o MOOVIT, que bem utiliza os GPS dos õnibus demandados pela SMTR e armazeandos pelo COR e pela Iplanrio (portal de dados abertos DATA.RIO), melhorando a precisão das informações sobre os ônibus e seus trajetos.

Nossa plataforma colaborativa digital proposta pretende potencializar e massificar a avaliação do usuário de ônibus em tempo real, garantindo feedback rápido aos demais usuários das piores / melhores empresas e linhas de ônibus, informação que não é dada pelo 1746. A SMTR começou o Ranking negativo porém com quantidades ainda não representativas desta concessão de serviço.

Waldyr Lage diz... Jan 24, 2015

O projeto e construção da LINHA VERDE (o nome é ótimo desde sempre), do plano Policromático Doxiadis, ligando a Rua Uruguai à Gávea por um túnel, criaria um novo trecho entre a zona sul e o Centro, aliviando outros trechos com reduzida fluidez. Assim, seria possível inserir modais sobre rodas e até mesmo sobre trilhos. Exemplo: O túnel, poderia oferecer duas faixas para automóveis, uma faixa exclusiva para BRT, e uma galeria ao lado com trilhos de Metrô. A obra poderia contar com recursos da Prefeitura, do Estado (pelo Metrô) e recursos federais do PAC para mobilidade. Ficam prontos juntos, trechos dos três modais. Não havendo recursos próprios para financiar a obra, a Prefeitura poderia conceder o trecho de automóveis, pelo menor preço por km.
Túnel de 4,1 Km
Automóveis (2 faixas por sentido) - pedagiado;
BRT (1 faixa por sentido) - não pedagiado;
Metrô (2 trilhos) - integrando-se as Estações PUC á Uruguai.
Documentos da época dos estudos das obras do Metrô, indicavam um custo menor desse túnel, por ser em rocha, e as detonações reduziriam os custos. Porém, à época, esbarraram nas associações da zona sul. Hoje, essas barreiras poderiam serem vencidas. Seria uma grande obra de integração e interligação dos modais, em parceria: Governos Municipal, Estadual e Federal.

Jaime Colorado diz... Jan 25, 2015

A linha verde não se limita apemas ao tunel de ligação Tijuca para Gávea,  mas também transforma a Rua Uruguai em um corredor de passagem da zona norte até a zona sul. Pensar apenas na ligação da Tijuca até a Gávea seria um desperdício de investimento em um túnel.  Este deve ser articulado ao restante da zona norte como no plano original, ou no caso do BrT, ligando a zona sul até a Transbrasil (e indiretamente a Transcarioca) na altura de Manguinhos, transversalizando realmente a cidade.

Oi Waldyr,
Esta pode ser uma boa solução. Você já visitou o site o PMUS (www.pmus.com.br)? A SMTR está justamente trabalhando no Plano que dará as diretrizes que devem ser incorporadas para as novas infraestruturas de mobilidade na cidade.
Sobre sua ideia de resgatar o plano Policromático Doxiadis, a Prefeitura está sempre aproveitando os projetos já existentes que podem trazer benefícios à população. A Transolímpica e Transcarioca, por exemplo, foram baseados respectivamente no projeto da Ligação C do Anel Viário da cidade e no corredor T5 do Plano Doxiades, adaptados à atual realidade para serem executados. Vale lembrar que a Linha 4 do Metrô, que está sendo construída pelo Governo do Estado, chegará à Gávea como mais uma opção de mobilidade naquela região.

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Luiz Henrique Barroso diz... Mar 14, 2015

Secretaria, 

A Estação Gávea está sendo construída devido a força popular com duas plataformas, sendo uma para a linha 4 e outra par a linha 1 apontada par a estação Uruguai.

Esse túnel fecharia o projeto da linha 1 circular. Daria uma capacidade de mais de 70.000 pessoas/hora/sentido levando a linha 1 sozinha a transportar mais de 800.000 pessoas por dia. (todo o sistema do metrô hoje não consegue esse número).


Recomendo a todos a leitura do Parecer Técnico 265/2014 MPRJ 2003.00001242

 

Procurem no Google... 

Luiz Henrique Barroso diz... Mar 14, 2015

Total apoio. 

A Prefeitura está fazendo um túnel totalmente desnecessário no Joá e ampliando o elevado para continuar priorizando o carro como meio de transporte, sem falar que vai continuar existindo um gargalo mais a frente...

Um túnel para metrô e veículos ligando a Uruguai à Gávea seria sensacional.

A prefeitura poderia sim fazer o túnel, e o Governo do Estado criar toda a infra-estrutura do metrô. 

Não é necessário um TBM. Pode ser feito em cerca de 30 meses pelo método de detonação.

Jaime Colorado diz... Jan 25, 2015

Achei que aqui neste item encontraria um relatório que suportassem a idéia de "transporte alternativo". Este mundo de vans e kombis, caindo aos pedaços com portas abertas gritando trajeto através de um "cobrador" que te força a entrar nestes veículos mesmo que você não queira, assediando os transeuntes como se estivessem só na rua para ter o destino que te imputam.

 Mas que surpresa não ter informações tabuladas das milicias de dominam esta solução irresponsável que a Prefeitura teve para gestão do transporte público em áreas sem gestão do território.

Jaime Colorado diz... Jan 27, 2015

Prefeitura, conseguiu os dados para este "transporte coletivo"?

Na zona da Leopoldina tem muito!

http://youtu.be/IQraVNltB88

Jaime Colorado diz... Feb 9, 2015

Nenhum retorno sobre este meio de transporte tão comum as ruas da cidade? Ou só é comum na zona da Leopoldina e não tem gestão púiblica mesmo?

http://youtu.be/IQraVNltB88

Carolina Covelo diz... Jan 26, 2015

Acredito que deveria ocorrer uma parceria de todas as esferas para viabilizar a expansão da rede metroviária, tendo em vista que ficou comprovado pelo mundo ser a melhor alternativa para o deslocamento de grandes centros urbanos!!! Um exemplo de expansão é a rede de xangai que em 1993 não tinha metrô, porém em 2013 já alcançou 439 km, com 15 linhas, sendo que o metrô do rio que iniciou em 1970, ou seja, muito antes, em 2013 tinha apenas 40.9 Km de extensão, conforme informações retiradas do site Diário do Rio 2013. No Brasil essa opção é historicamente renegada apesar dos exemplos de sucesso que se espalham pelo mundo.

Acredito que a parceria do Municipio, Estado e União possam acarretar em grandes benefícios para a população.

 

 

 

RONALDO AZEVEDO diz... Jan 27, 2015

Não sou especialista  e tão puco tenho formação técnica , entretanto gostaria , como usuário, de fazer as seguintes propostas:

1- os ônibus ondeo motorista exerce a função de trocador apresentam mais lentidão no processo embarque/desembarque o que acaba se reletindo no trânsito;

2- principalmente agora e mesmo depois de realizadas as obras do BRT da Avenida Brasil não ficam prontas, deveria ser instituído de forma permanente faixas reversíveis em toda a extensão da Avenida Brasil, com muretas móveis onde o aumento das faixas de acordo com o sentido de maior fluxo;

3- deveria existir um convênio entre a Prefeitura e a fetranspor que possibilitasse a instalação de câmeras nos ônibus que fotografassem (ou filmassem) o trãnsito a frente e acionadas pelo motorista , e uma vez auditadas e lacradas, essas imagens pudessem ser usadas  para emissão de multas (ex: veículos de passeio que transitam em faixas seletivas, direção perigosa ...), contribuindo para disciplinar o trânsito;

4 - substituição dos semáforos que atendam somente a pedestres por passarelas (caso clássico: sinal da rodoviária após a Avenida Brasil).

obrigado

Ágora Rio diz... Jan 28, 2015

Muito obrigado pela sua participação, Ronaldo.
A partir do dia 23/02 o Desafio Ágora Rio: Mobilidade Urbana estrará em sua fase de Proposição.
Os usuários terão 40 dias para compartilhar suas idéis que, posteriormente, serão selecionadas e irão a votação popular. Você poderá enviar estas e mais quantas ideias quiser. Até lá, convidamos você a continuar participando desta fase de engajamento, conhecendo as informações sobre o transporte da nossa cidade nos documentos dispostos acima. 
Você pode conhecer a dinâmica de todas as etapas do Desafio no link:
https://desafioagorario.crowdicity.com/page/view/1944

RONALDO AZEVEDO diz... Jan 27, 2015

- não seria o momento de o rio de janeiro utilizar o rodízio de carros?

Marcelo Santos diz... Jan 28, 2015

Não, Ronaldo. Um rodízio criaria o estímulo para compra de um segundo veículo. Não precisa ser o último modelo; um Monza 87 já quebraria o galho, só precisaria atentar para uma numeração diferente na placa. E tome mais carro(ça) nas ruas...

Se é para entrar nessa, melhor fazer como Lisboa: estabeleceu que carro velho (anterior ao ano 2000) não entra mais no centro da cidade no horário de 07h00 às 21h00.

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/autar...de_janeiro.html

Lá, a base para tanto é a poluição atmosférica. Se fizéssemos algo parecido, seria uma revolução.

RONALDO AZEVEDO diz... Jan 28, 2015

Então poderia aumentar substancialmente o valor das multas, impostos que se relacionem com veículos de passeio, de forma que só trafegaria quem tem condições para isso, são muitas as possibilidades, o fato é que existe um número excessivo de  carros 

Marcelo Santos diz... Jan 28, 2015

O carioca é tratado como gado no transporte coletivo do Rio. Enquanto isso, em Lisboa, os lisboetas são tratados como...gente. Além de ônibus que não sacolejam, que não te dão náusea, que têm piso baixo e que não tem psicopatas ao volante, agora eles vão ter mais um "luxo": sinalizador para os deficientes visuais, para que os autocarros (ônibus) parem num local exato em cada ponto de ônibus, e facilitem o acesso daqueles passageiros.

http://www.publico.pt/local/noticia/camara-de...-futuro-1684265

Enquanto isso, aqui no Rio, sob os auspícios da Prefeitura e de sua smtr, temos carroças que param a critério do motorista: 50 metros antes do ponto, 50 metros depois...Quer dizer, isso quando param...

Ieda Gonçalves diz... Jan 29, 2015

Os transportes coletivos apesar de algumas melhorias ainda apresentam alguns problemas:Os ônibus sem ar condicionado;motoristas de ônibus sem reciclagem e metrô super lotado em horário de "pico" ficando difícil para os usuários

André Ribeiro diz... Jan 30, 2015

Os ônibus da zona oeste são os menos conservados porque falta um programa de educação que ensine o jovem que os bancos dos ônibus não são os melhores lugares para expressar a arte. São os ônibus mais sujos porque por onde passa não tem asfalto, nem pavimentação. E a limpeza não é suficiente. Porém, apesar de todas adversidades, são as empresas que tomam conta dos ônibus na zona oeste que não tem a competência pra entregar um ônibus decente ao passageiro, visto que os ônibus intermunicipais que atravessam a mesma região oferecem um serviço infinitamente melhor.

Arlindo Pereira diz... Jan 30, 2015

Olá. Gostaria de focar no ponto mapas e diagramas de rede. Isso de certa forma foge um pouco a alçada municipal, embora também a perpasse, mas os mapas dos meios de transportes de média e alta capacidade não se comunicam! O mapa do sistema BRT disponível nas estações é apenas isto - um mapa do sistema BRT e não de toda a rede. Tal mapa poderia ser substituído pelo mapa apresentado na página inicial do PMUS, indicando TODA a malha de transportes. O mesmo poderia ser feito, através de uma parceria com o governo do estado e as empresas, no MetrôRio, SuperVia e CCR Barcas.

Arlindo Pereira diz... Jan 30, 2015

Outro ponto, este referente aos ônibus municipais regulares: RA-CI-O-NA-LI-ZA-ÇÃO. A criação dos BRS foi um ponto bastante positivo, tendo melhorado o trânsito de forma expressiva nas regiões por onde foi implantado, mas penso que o avanço mais significativo se daria na redução da quantidade de linhas sobrepostas. Falando apenas da Zona Sul (a que tenho mais conhecimento dos trajetos de ônibus, de uma forma geral) há linhas que fazem o mesmo trajeto na maioria absoluta do tempo. Citando alguns exemplos: 170 e 178 (Centro-Gávea e Centro-São Conrado, a primeira é um subconjunto da segunda), 161 e 573 / 162 e 574 (Leblon-Glória e Leblon-Lapa, a primeira é um subconjunto da segunda), a miríade de ônibus que sai de Leblon, Ipanema e Copacabana se dirigindo ao Centro (121, 123, 125, 126 etc.). Para não ficar apenas na Zona Sul, um exemplo Tijuca-Centro, 217 e 226. Enfim, creio que me fiz compreender. Muitos ônibus rodam no eixo Centro-Zona Sul "batendo lata" enquanto outras regiões da cidade tem o transporte mais precarizado.

RodrigoRJ diz... Jan 30, 2015

Excelente! É visível a sobreposição dos ônibus aqui no Rio. Coloquei essa proposta do último Desafio Ágora e recebi um monte de votos contras. Acho que as pessoas se arrepiam quando fala em acabar com uma linha de ônibus, mas não entendem que é necessária sim uma RACIONALIZAÇÃO nas linhas de ônibus. Segue a transcrição da proposta que havia feito:

Racionalização das linhas de ônibus (vide estudo divulgado)

Há ônibus em excesso em algumas regiões e faltando em outras. É preciso rever a malha rodoviária do Rio de Janeiro.

Explicando melhor

É comum ouvirmos a reclamação de que falta ônibus em algumas regiões, que os mesmos demoram e andam superlotados. Um problema tão grave quanto esse é a oferta excessiva e desordenada de ônibus em outras regiões, o que provoca engarrafamentos, mais poluição e dificuldade de entender como chegar de um lugar a outro. 

O estudo a seguir detalha essa última situação na Zona Sul e que, consequentemente, reflete negativamente em toda cidade, especialmente no Centro. 

http://oglobo.globo.com/rio/bairros/onibus-da...tudo-1-14320303

 

É necessário racionalizar esse sistema. Além de realocar os ônibus nas regiões onde mais é preciso, é necessário criar troncos principais, com ônibus de maiores capacidade e frequência. Da mesma forma, seria importante a criação de estações de transbordo de linhas secundárias às linha centrais. A situação da SMTR nesse quesito é tão dramática que eles nem têm o mapa da malha de linhas que cortam a cidade!

Jaime Colorado diz... Jan 31, 2015

sobre os votos contra algumas ideias: tambem vi algns casos na primeira fase, principalmente nas que davam muito trabalho a algumas secretarias especificas. Infelizmente a plataforma permite logins falsos e robos...

Usuários marcados:
Marcelo Santos diz... Jan 30, 2015

Arlindo, isso foi muito bem lembrado. Marque a smtr e a prefeitura na sua resposta, porque senão periga falarem "pô, ninguém nos avisou..."

Arlindo,

A SMTR está estudando a racionalização das linhas de ônibus que passam ou param no Centro da Cidade. A primeira parte desse processo teve início dia 1° de novembro de 2014, com reordenamento nos pontos finais de algumas linhas. De um total de 172 linhas que circulam pela região central hoje, 34 radiais (Zona Sul-Centro) e 53 diametrais (Zona Norte-Zona Sul, passando pelo Centro) têm impacto na Zona Sul e são objeto do estudo, que deve ser concluído nos próximos meses.

Marcelo Santos diz... Feb 4, 2015

...nos próximos 3 meses? Nos próximos 12 meses? Nos próximos 576 meses? Isso não importa. Para que colocar deadline, não é mesmo? A gente espera. Não se apressem; tamos aí para financiar. Se precisarem de mais algum, posso pagar mais IPTU e ISS. O ITBI, só depois que a Dona Foice me chamar; talvez com a ajuda dos ônibus que vocês, digamos, "controlam"...

Arlindo Pereira diz... Jan 30, 2015

Um outro ponto: integração entre ônibus alimentadores. Por vezes, os ônibus que atendem o deslocamento de uma pessoa do ponto A ao ponto B calham de ser dois ônibus alimentadores do sistema BRT, não sendo necessário que efetivamente se pegue o BRT. Porém, ao contrário da utilização de dois ônibus comuns, utilizar dois ônibus alimentadores do BRT com o cartão RioCard resulta no pagamento de duas passagens..... a menos que você passe o cartão na roleta de uma estação do BRT, entre e saia (ou apenas gire a roleta). Isso é uma estupidez do sistema.

Alindo, as linhas alimentadoras dos BRTs fazem parte do sistema Bilhete Único Carioca, assim como as linhas convencionais. Quando as viagens ocorrem no intervalo de duas horas e meia, não deve haver pagamento de uma segunda tarifa. Caso o passageiro perceba que ocorreu uma cobrança indevida, ele deve acionar a SMTR pela central 1746.

Arlindo Pereira diz... Jan 30, 2015

Para terminar, uma demanda mais pontual: dois ônibus muito utilizados pela população de Vicente de Carvalho, Brás de Pina, Vista Alegre, Irajá etc. são as linhas 950 e 951, popularmente conhecidos como "azuizinhos". Estas linhas fazem um trajeto pequeno e circular e a maioria dos usuários a pega para acessar o metrô, e agora mais recentemente, o BRT. Ela nunca foi contemplada no programa Metrô Ônibus da MetrôRio (que garante uma integração ônibus-metrô mais barata que o Bilhete Único) e ainda não é considerada uma linha alimentadora do BRT. Isto precisa ser revisto, especialmente a primeira situação (embora isto não seja da alçada da prefeitura, compreendo). Parte do trajeto compreendido pelas linhas é feito por linhas intermunicipais de ônibus (Caxias-Méier / Caxias-Freguesia, 561/562/563) de forma que muitos usuários que se deslocam dentro do município optam por tomar uma linha de ônibus intermunicipal afim de fazer Bilhete Único Intermunicipal (uma vez que a utilização de metrô e ônibus municipal comum gera a cobrança de R$ 6,60).

José Henrique Melman diz... Jan 30, 2015

Apresentação interessante sobre o PDTU2013, mas que não elucida todo o seu conteúdo.
http://www.seaerj.org.br/pps/MobilidadeUrbana.pps

Marcelo Santos diz... Jan 31, 2015

Quando eu vejo o que está acontecendo na mobilidade de São Paulo fico com a impressão de que os Jogos Olímpicos acontecerão lá, e não no Rio de Janeiro:

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/0...correncia.shtml

O ex-secretário municipal de transporte do Rio - que decidiu que é muito bom e que entende do negócio - deveria passar lá por São Paulo e aprender com eles como se faz uma concorrência de verdade para o setor de ônibus. Claro, isso na hipótese benigna de que o modelo de "concorrência" apresentado pela smtr foi apenas incompetência ou desinteresse pelo assunto. Há outras hipóteses que prefiro nem aventar...

O que me dá a certeza de que ninguém na smtr ou na prefeitura sabe o que fazer com os ônibus é o silêncio que já dura anos. Há tempos qualquer pessoa que saia às ruas do Rio vê o caos do sistema mas a prefeitura não se manifesta, a não ser com evasivas. O planejamento, se houver, é feito na base do "Pagodismo": deixa a vida me levar...

Quando haverá racionalização das linhas dos ônibus? Ninguém sabe.

Quando os ônibus deixarão de ser "navios negreiros" que martirizam rodoviários e passageiros? Ninguém sabe.

Quando teremos os horários dos ônibus expostos nos pontos? Ninguém sabe.

À smtr e à prefeitura, um lembrete de um carioca emérito, Millôr Fernandes (1923-2012): "Grande erro da natureza é a incompetência não doer."

Obrigado pela sua participação, Marcelo.

Até 2010, não havia regras tampouco contratos para operação dos ônibus municipais no Rio de Janeiro. Hoje o sistema de ônibus é regido por contrato (disponível em http://www.rio.rj.gov.br/web/transparenciadamobilidade), operado por quatro consórcios, o que permite que a Prefeitura fiscalize e cobre um serviço adequado. O contrato prevê que os veículos sejam substituídos ao fim de vida útil determinada, que é de 6 anos para os micro-ônibus, 8 anos para os urbanos em geral, 10 para os rodoviários (frescões) e 20 anos para os articulados do BRT.
Além disso, o decreto 38.328 de 21 de fevereiro de 2014 determina que todo veículo a ser incorporado à frota tenha ar condicionado, aumentando o conforto para os passageiros. O Rio de Janeiro passa nesse momento por uma mudança no paradigma da mobilidade urbana. A cidade é hoje um grande canteiro de obras, com várias frentes de trabalho simultâneas para a implantação de uma ampla rede estrutural de mobilidade que, até o final de 2017, irá dobrar o volume de embarques, saltando dos atuais 1,8 milhão para 3,6 milhões - sendo 3,3 milhões já no ano que vem (2016).

Alberto Almeida diz... Feb 3, 2015

Grande parte do fluxo de veículos que intensifica o transito na Av. Brasil, na altura de Ramos e Bonsucesso, e também na Linha vermelha e Amarela, são provenientes da Ilha do Governador.

Isso acontece, devido ao péssimo serviço prestado pelas duas empresas de ônibus que atendem a ilha, e força os usuários a usar o carro para trabalhar.

Atualmente podemos contar uma proporção de 3 frescões com tarifa de R$ 9,00, para cada ônibus convencional de R$ 3,40, com destino ao centro do Rio.

Muitos acabam preferindo ir de carro, do que gastar R$ 18,00 por dia, só pra sair da ilha, fora o segundo transporte, para chegar ao destino desejado.

Precisa ser feita uma mudança urgente no transporte coletivo da Ilha do Governador.

Não dá pra se basear somente nos indices de reclamação, pois as pessoas não vão reclamar de um transporte que elas não usam, visto que é preciso informar um número de ordem do veículo, para registrar uma reclamação.

Oi Alberto,

A ligação da Ilha do Governador com o Centro é atendida por diversas Linhas Convencionais (Tarifa R$3,40), além das linhas executivas citadas (Frescão). Além disso, é possível utilizar o BRT Transcarioca até a estação Vicente de Carvalho e seguir de metrô até o Centro da cidade. Futuramente, com a inauguração do BRT Transbrasil, será possível pegar o Transcarioca no Terminal do Fundão e fazer a integração com o Transbrasil, reduzindo sensivelmente os tempos de deslocamento, já que o BRT transita em calha exclusiva. O morador da Ilha ainda tem a opção das barcas, operadas pelo Governo do Estado. Olha a relação das linhas que atendem o bairro: Linhas Regulares Convencionais (ônibus urbano tarifa R$3,40):

321 - BANCÁRIOS X CASTELO (VIA LINHA VERMELHA)                                               

322 - RIBEIRA X CASTELO (VIA COCOTA) CIRCULAR                                       

323 - BANANAL X CASTELO (VIA CACUIA) CIRCULAR                                       

324 - RIBEIRA X CASTELO (CIRCULAR)                                                            

325 - RIBEIRA X CASTELO(VIA LINHA VERMELHA)CIRCULAR                          

326 - BANCÁRIOS X CASTELO (CIRCULAR)                                                           

327 - RIBEIRA X CASTELO (VIA LINHA VERMELHA) CIRCULAR                          

328 - BANANAL X CASTELO (CIRCULAR)                                                           

329 - BANCÁRIOS X CASTELO (VIA PRAIA DA ROSA) CIRCULAR

Linhas Executivas partindo de Bairros da da Ilha do Governador ("Frescão"):

2342 - CASTELO X BANANAL (VIA LINHA VERMELHA)                                               

2343 - CASTELO X RIBEIRA (VIA LINHA VERMELHA)                                               

2344 - CASTELO – BANCÁRIOS                                                                                                                                       
  Linhas Executivas partindo do Aeroporto Internacional ("Frescão"):

2101 - AEROPORTO INTERNACIONAL X AEROPORTO SANTOS DUMONT                               2145 - AEROPORTO INTERNACIONAL X AEROPORTO SANTOS DUMONT

Guilherme Alves diz... Feb 4, 2015

É importante fazer esses índices e as reclamações dos passageiros virarem ações reais por parte da administração municipal.

Dando um exemplo meu: sou usuário da linha 358 - Cosmos / Candelária, e a espera diariamente ultrapassa os 30 minutos. Já fiquei 3 horas no ponto de ônibus e a linha não apareceu. Lógico que reclamei inúmeras vezes via app do 1746, e a resposta é sempre a mesma: "os órgãos competentes foram notificados". O problema é que a notificação não parece gerar resultado, seja através da minha experiência enquanto usuário, que percebo que não há melhora, seja através dos números da própria prefeitura, que listam a 358 como uma das 10 piores linhas da cidade em matéria de serviço no mês de setembro e em novembro. Ou seja, entre estes dois meses, qual foi a ação do poder concedente? Isso precisa ficar claro para o cidadão. E, se houve ação, por que ela não deu certo, já que a linha continua sendo alvo de reclamações? Por fim, depois de notar que o serviço não melhora, que outra ação tomará a prefeitura? Multar? Fazer um pool e colocar novas empresas para operarem a linha? Cassar a concessão da linha?

É bom que a administração ouça o usuário. Mas, se o cidadão que reclama não vê o retorno além de uma mensagem automática, ele é apenas um ser frustrado que fala com as paredes.

Conrado Bahia diz... Feb 7, 2015

O meu assunto é em relação aos BRT's.
Deve ser revisto o modelo atual das estações, pois as pessoas estão conseguindo entrar no BRT sem pagar, gerando grande evasão tarifária. Eu sei que a Prefeitura não tem culpa se as pessoas são mal educadas, mas é preciso mudar a situação atual.
Recentemente até uma mulher morreu atropelada por causa disso.
Está vindo aí o TransOlímpico e o TransBrasil, será que vocês vão insistir no mesmo erro?

Deixo aqui a minha ideia para o Desafio Ágora.
Obrigado!

Oi Conrado,

O embarque de passageiros sem pagar no sistema BRT só é previsto nas gratuidades contempladas pela legislação vigente. Ou seja, qualquer prática diferente das contempladas pela lei constitui em crime previsto no Artigo 176 do Código Penal. A Prefeitura pede aos usuários que presenciem práticas criminosas dessa natureza colaborem acionando a Polícia Militar ou denunciando o episódio no telefone 0800 886-1000(ligação gratuita).

Para evitar situações como a descrita, o Consórcio BRT mantém uma equipe de segurança, composta por policiais militares conveniados através do Proeis, que percorre os corredores de ônibus exclusivos. Sempre que um caso dessa natureza é presenciado, os policiais têm como procedimento conduzir o infrator à delegacia.

Importante lembrar que a oferta de veículos em sistemas de alta capacidade baseia-se na demanda oficial, que são os dados das transações efetuados legalmente. Os invasores do sistema acabam não sendo contabilizados, o que prejudica o planejamento além de causar perdas financeiras.

Conrado Bahia diz... Feb 18, 2015

Olá!

Pois é, mas ainda assim ainda é comum ver "passageiros" no lado de fora da plataforma, parece que a cara de pau é tão grande que nem assim eles entram na estação da forma correta.

Ah, além disso existem n estações cujas portas não funcionam, gerando também evasão tarifária, pois as pessoas sobem na estação e passam pela porta. E mais uma vez entendo que muitas vezes são os vândalos que as destroem, infelizmente.

Bem, já existem dois corredores BRT's em funcionamento, cabe a vocês estudarem uma forma de estar sempre melhorando o sistema e solucionando os problemas.

Espero que consigam resolver tudo isso.

Obrigado pela resposta, SMTR!

caetanoand diz... Feb 8, 2015

Um problema geral que precisa ser discutido é a falta de entendimento dos problemas vivenciados pelo usuário comum por parte dos órgãos responsáveis, Vou citar o meu caso específico como exemplo.

Moro na Freguesia em Jacarepaguá e estudo na cidade Universitária no Fundão. Antigamente, eu fazia uso da linha 958 que passava em horário único na parte da manhã na ida e na parte da tarde na volta. Ela possuia problemas como essa restriçãod e horários, mas atendia em grande parte aos moradores do bairro. Com a inauguração do BRT Transcarioca a linha em questão deixou de exisitr e foram levantas 3 possiblidades para o meu caso e dos moradores de Jacarepaguá: Pegar um onibus comum qualquer até a saída 7 da linha amarela e de lá outro até o fundão, pegar um ônibus até a estação do BRT do tanque ou ir até a Barra e pegar uns ônibus intermunicipal que passa no Fundão. Os 3 casos são péssimos por resultarem em problemas distintos.

1) Pegar um ônibus para a saída 7 seria algo fácil e simples se não fosse a superlotação do único ônibus que passa no bairro e vai para lá (343) e a demora com o trânsito intenso da linha amarela em alguns horários. Além disso, o ponto de ônibus em questão na saída 7 da linha amarela fica num local perigoso, sujo e e altamente suspeito de modo que qualquer pessoa que não conhece a região fica com medo de estar ali próximo a várias favelas que recorrentemente aparecem nos noticiários. Nesse percurso eu demoro entre 1:15 e 1:40 dependendo da frequencia com a qual o ônibus passa.

2) Usar o BRT deveria me dar a vantagem do tempo, mas não é o que ocorre. Até eu chegar na estação Tanque de manhã, esperar o brt fundão passar e chegar no terminal do Fundão e esperar o ônibus interno da cidade universitária para chegar até o CT onde estudo demora entre 1:50 e 2h. Ou seja, eu demoro mais tempo para chegar no meu destino do que na primeira hipótese por inúmeros motivos que não necessariamente seja o BRT. Qual o tempo que demora pro alimentador passar? Aonde esse alimentador passa nos bairros? Passa BRT madureira com mais frequencia do que FUNDÃO? Mas o brt tem como vantagem não ter que ficar num local altamente perigoso e desconhecido.

3) Pegar o 565 e ir até a passarela do Barra Music, atravessá-la e esperar no ponto os ônibus intermunicipais 410T ou 420T passarem. Problemas? Os onibus intermunicipais demoram mt a passarem nos pontos (cerca de 30 minutos o intervalo entre eles dependendo do horário), ônibus em péssimo estado de conservação com bancos quebrados, ar-condiconado não funcionando e as janelas não abrem ficando um forno dentro deles ou quando funcionam ficam pingando em quem está sentado. Mas esses ônibus intermunicipais são as opções que os moradores da Freguesia, Anil, Barra, Recreio e Vargem Grande e Pequena mais usam. Motivo? Para universitários um fator muito importante é tempo. Dormir altas horas e acordar super cedo é comum, então cada minuto faz a diferença. Conhecendo o horário desse ônibus, eu chego ao meu destino em 1h mais ou menos, dependendo do trânsito. Mas como ele é intermunicipal é mais caro e se você quiser usá-lo fora do horário de pico, esqueça! Uma hora no ponto e nada dele passar.

Mas o que realmente faço é combinar caronas de carro com amigos e não levo nem 40 minutos da minha casa até o fundão. Mesmo com trânsito na linha amarela em 1h eu chego. A questão que tento levantar é a seguinte: será que os órgãos responsáveis enxergam o dia-a-dia das pessoas, avaliam o que afasta o usuário do transporte público e o que pesa na hora de optarem pelo automóvel individual? Qualidade dos ônibus, lotação máxima que não é respeitada, intervalo de tempo entre eles, pontos de ônibus, tudo isso influencia na escolha. Espero que esse meu relato possa norteá-los com relação a isso e alimentar o debate.

Marcelo Santos diz... Feb 9, 2015

Fico imaginando qual seria o método para usado para ativar ou desativar linhas de ônibus nessa cidade. Deve ser por meio de runas vikings, búzios ou, mais coerentemente, copromancia. Segundo o relato acima tiraram o 958 de circulação em Jacarepaguá. Enquanto isso, na Zona Sul, há 121, 123, 125, 127, 128 para fazer trajetos bem aproximados e criar aquele engarrafamento nos pontos de ônibus.

Como não deve ser novidade para ninguém, não existe mesmo na prefeitura do Rio de Janeiro a óptica de transporte para servir ao contribuinte e, sim, para se servir do contribuinte. Por isso, qualquer carroça serve para transportar, qualquer despreparado serve para dirigir, qualquer linha serve para conectar.

Leonardo Valente diz... Feb 19, 2015

O problema é que a prefeitura não conhece a Zona Oeste e deixa na mão dos concessionários as ações cotidianas do sistema. A Freguesia não é atendida pelo BRT Transcarioca no entanto várias de suas linhas de onibus foram canceladas com essa justificativa, do inicio de operação da Transcarioca. Por outro lado não há um onibus sequer que ligue o bairro ao Metrô Nova America, o unico passa na entrada da linha amarela, ou seja, ignorando a população de Rio das Pedras, Gardenia Azul, Anil, Freguesia, Pau Ferro, e outros tantos locais. Desconhecimento esse é o nome.

Marcelo Santos diz... Feb 9, 2015

Entrei na página da SMTR e só vi quatro nomes, sem currículos ou biografias. Há muito passou da hora de sabermos o que fazem ou fizeram esses cidadãos para terem o direito à ineficiência ou paralisar uma cidade sem dar explicações. Accountability zero. Se é assim, penso que também tenho o direito de ser secretário ou subsecretário, assim como todo mundo aqui no fórum ou mesmo fora dele. Se é para apresentar essa catástrofe que está aí, qualquer um serve. Ou não? Não sei o quão o secretário e seus subs são melhores que meu dentista, o porteiro do meu prédio e o dono da farmácia ali da esquina para estarem aí nesses cargos. Andando de ônibus, tenho a vívida impressão de que não são melhores.

Os nomes são:

Secretário Municipal de Transportes - Rafael Picciani

Subsecretário Executivo de Transportes - Antonio Jofre Zulchner de Andrade

Subsecretário de Planejamento - Alexandre Sansão

Subsecretário de Concessões - Hélio Borges de Faria

 

Então, vejamos...o cidadão responsável por não domesticar a má conduta dos motoristas e o serviço lixo dos concessionários é o sr. Hélio. Currículo?

O cidadão que pensa o planejamento é o sr. Alexandre, ex-secretário. Não, desse aí eu nem quero ver o currículo; o currículo dele já está visível na ruas.

O cidadão que "executa" as políticas da smtr... Zulchner? Currículo?

Quanto ao secretário, curiosidade zero. De onde menos se espera daí é que não vem nada mesmo.

José Henrique Melman diz... Feb 9, 2015

Prefs, reforçando o meu pedido, vocês têm como disponibilizar os documentos negritados abaixo (mencionados no PMUS)? A razão pra isso é saber o que já está sendo feito ou será e evitar fazer proposições desnecessárias ou conflitantes com projetos em andamento. (ex: sugerir instalação de VLT na Rio Branco ou sugerir a abertura de um viaduto na região do porto para escoar o trânsito do Aterro do Flamengo ;) )


"São orientadoras para os estudos de mobilidade as definições e diretrizes integrantes dos instrumentos da legislação urbana e edilícia em vigor na cidade do Rio de Janeiro, especialmente:

(....)
c) Plano Estratégico da Cidade do Rio de Janeiro;
d) Planos Locais, em especial os Planos de Estruturação Urbana - PEU’s existentes; [talvez sejam muitos para anexar, poderia haver um link para uma página contendo todos]
(....)
Deve-se considerar os planos e projetos existentes e em processo de implantação, com destaque para o Plano Diretor de Transporte Urbano da Região Metropolitana do Rio de Janeiro - PDTU 2013. Outros projetos significativos são:
(....)
h) Projetos de expansão do sistema Bus Rapid Service- BRS;
i) Projeto de expansão das Linhas de metrô;
(....)
l) Projeto de reurbanização da Avenida Rio Branco no centro da cidade;
(....)
p) Projeto do Arco Viário Metropolitano;
a)[sic] O sistema de aluguel de bicicletas e sua expansão;
q) Plano Estratégico de Transportes para as Olimpíadas Rio 2016."

 

Usuários marcados:
José Henrique Melman diz... Feb 19, 2015

Alguma novidade? Seria bom saber oficialmente sobre o que já está encaminhado antes de fase de proposições.

Usuários marcados:
Marcelo Santos diz... Feb 11, 2015

Hoje, 11/02/2015, mais uma lamentável morte causada por ônibus no Rio:

http://oglobo.globo.com/rio/funcionario-da-ce...vargas-15304281

Dessa vez, foi um agente da CET-Rio que estava lá para ajudar a cidade. Quantos mais terão que morrer por omissão e descontrole do desserviço de ônibus? Não sejam covardes, senhores, e digam quantas mortes e ferimentos são causados por motoristas de ônibus anualmente na cidade. As delegacias da cidade estão abarrotadas de BO sobre esses casos. Será que acham normal que haja passageiros e pedestres feridos quase que diariamente?

Toda minha solidariedade ao pessoal da CET-Rio.

Marcelo Santos diz... Feb 19, 2015

Mais um evento apoiado pela "SMTR Produção de Danos, Colisões, Tombamentos e Atropelamentos Ilimitados".

http://oglobo.globo.com/rio/onibus-tomba-no-c...eridas-15369293

Claro que o fato de isso ter ocorrido pela octingentésima septuagésima sétima vez nos últimos anos NÃO deve ser motivo de alarme.

Afinal, a SMTR tem uns rankings sensacionais que botam ordem nesse negócio aí de ônibus. Tem gente na Rioônibus que está tão preocupada com os rankings que nem sabe se vai esquiar em Salzburgo ou em Kongsberg.

José Henrique Melman diz... Feb 19, 2015

Estou falando especificamente sobre essa postagem, mas tem diversas outras de outros usuários que seguem a mesma tônica: "bater" nas Secretarias com ironias ou insinuações que em nada acrescentam ao debate e geram resistência até mesmo a possíveis respostas. Melhor seria focar na reclamação em si - e em proposições, principal motivo desta iniciativa - e deixar os ataques de lado, a fim manter no canal que foi aberto de um bom diálogo (lembrando que quem está respondendo pelas Secretarias possivelmente trabalha na assessoria de comunicação delas, não nas áreas de fiscalização; basta pensar que não é o Prefeito que responde pelo perfil da Prefeitura aqui). Alguns dos "ataques" estão até mesmo em postagens que contêm ótimas ideias, e neste ponto (ideias) o nível do debate está ótimo.

Quanto ao acidente em si, ocorreu com um ônibus "ônibus", não com o modelo "padrão". Pela descrição da reportagem, ou foi excesso de velocidade, ou foi algo na pista, ou os dois, ou algum defeito no pavimento. Por isso é importante a "tranquilização" do tráfego, com redução de velocidade, para mitigar o risco de acidentes e diminuir sua gravidade. Pistas exclusivas para ônibus em mais ruas permitiriam regularidade de viagens, o que faria com que motoristas não "precisassem" correr para evitar punições das empresas.

Leonardo Valente diz... Feb 19, 2015

A ZONA OESTE deve ser uma prioridade tanto na construção quanto na operação do transporte público da cidade do Rio de Janeiro é nela que está a maior taxa de crescimento populacional e de migração devido ao aumento dos terrenos e imóveis nos últimos oito anos da cidade. Bairros como Recreio e freguesia tem sido invadidos, literalmente invadidos por construtoras que constroem seus mega condominios, ganham seu dinheiro e deixam os moradores em lugares onde o esgoto não existe, onde o transporte público é ineficiente.

A primeira atitude é colocar a matriz de transporte no licenciamento de imóveis da cidade. Não é possivel que se permita colocar 5000 novos moradores em 6 meses, em um lugar onde as linhas de ônibus já andam lotadas. Algo deve ser feito, as construções não podem continuar dessa forma, o nome disso é desordem pública.

A segunda é reorientar a matriz de onibus da cidade para trajetos menores e locais. Não há necessidade de diversas linhas de onibus sobrepostas pois isso prejudica os bairros de passagem, visto que nestes locais os onibus passam cheios sendo impossível entrar nos coletivos, e ainda engarrafam o transito local sem qualquer benefício para a população.

A terceira atitude é entender que ônibus não é transporte de massa, seja em BRT´s ou linhas comuns, essa politica fracassada tem que parar, porque elas somente duram pelos mandatos dos governantes que as constroem. E substituir os longos trajetos de onibus por trens suburbanos, metros, e VLTs sendo operados pelos que agora operam o sistema de onibus, num esquema mais eficiente, menos poluidor e mais confortável para os que realmente interessam que são os usuários.

José Henrique Melman diz... Feb 19, 2015

Muito boas sugestões. Concordo com tudo, só com uma ressalva: nosso sistema legal não permite o direcionamento de licitações, então a "operação de trens suburbanos, metrôs e VLTs" não pode ser feita "pelos que agora operam o sistema de ônibus". Mas, a meu ver, nada impede que eles possam participar, desde que devidamente supervisionados e com metas de pontualidade e qualidade de serviço.

Leonardo Valente diz... Feb 19, 2015

Claro, sem direcionamento, mas fazer exigencias no edital sobre operadores com experiencia em transporte público na cidade do Rio eu acredito que possa ser feito.

Silmo Prata diz... Feb 19, 2015

A minha sugestão e fazer uma integração com ônibus do Terminal Rodoviário de Campo Grande (BRT Transoeste) com a Estação do Metrô de Coelho Neto passando pela Av Santa Cruz.

Existe uma linha de ônibus que só tem um ônibus que é a linha 937 Campo Grande - Fazenda Botafogo (via Bangu) e que não atende ninguém. Porque não transformar esta linha em uma integração (BRT) Campo Grande  x (Metrô) Coelho Neto?

Atenderia muitas pessoas seria uma grande integração e estariam ganhando também com o sucesso do desenvolvimento da mobilidade urbana.  Poderia por exemplo colocar um ônibus na cor azul do BRT junto com o logotipo do metrô.

Seria mais uma alternativa de ir e vir do centro da cidade para quem mora em Bangu e Campo Grande e não tem opção para pegar o metrô principalmente para quem mora nas imediações da Av Santa Cruz.

 

Fica aqui minha sugestão e tenho certeza que muitos moradores da Zona Oeste vão gostar.

Jorge Lima diz... Feb 21, 2015

Antes de mais nada gostaria de parabenizá-los pela iniciativa do canal direto com a população!

As sugestões do Silmo referente a integração com o metrô em Coelho Neto são pertinentes e solucionariam parte dos problemas de transporte na região de Campo Grande. Com relação à Barra bastaria colocar uma composiçao de BRT direto da rodoviária de Campo Grande até a Alvorada na Barra. Como está hoje congestiona o bairro e incentiva o transporte particular e individual, pois as viagens são mais longas e com baldeações nas estações do Mato Alto, Magarça ou Santa Cruz.   

Mas outras intervenções são necessárias para o bom fluxo de automómeis e passageiros dentro do bairro e entre Campo Grande o Centro, a Barra e os demais bairros da Zona Oeste.

A integração entre a Supervia e os ônibus melhoraria muito se fosse feita uma expansão do terminal rodoviário de Campo Grande para o lado norte interligada por passagens de níneis ou viadutos para comportar todas as composições que fazem ponto final na rua Campo Grande e adjacências liberando as calçadas para os pedestres e recuando a estação da supervia do bairro junto a rodoviária.

Outra obra importante e crucial seria a duplicação do viaduto Alim Pedro e a construção de um mergulhão duplo neste viaduto, próximo a Avenida cesário de Melo, para os automóveis que seguem em direção à Barra na Estrada do Monteiro e para os que desejam seguir em direção ao lado norte do bairro vindo da mesma estrada. Isso faria com que a Avenida Cesário de Melo tivesse maior fluidez e amenizaria, novamente, os congestionamentos ao longo de todos os dias da semana. Para ficar perfeito bastaria sincronizar os semáforos da mesma avenida. 

Mas creio que, neste momento, algumas medidas fáceis já resolveriam muito parte dos problemas dos moradores de Campo Grande, parte da Baixada e Costa Verde que seria a retirada imediata das vans do bairro e a integração decente e ordeira dos micro-ônibus entre essas regiões e o centro de Campo Grande, além das obras de pavimentação  e sinalização das principais vias e avenidas do bairro.

Outra medida fácil para a maior fluidez do trânsito no centro do bairro seria multar os motoristas que fazem filas duplas e triplas em frente as intituições de ensino, como próximo ao Colégio Adventista. 

 

Futuramente, quem sabe, poderiam interligar toda essa região por VLT em substituição aos bondes que funcionaram muito bem até serem substituídos pelo transporte rodoviário que trouxe o verdadeiro caos para Campo Grande!

Grato mais uma vez pelo espaço, Jorge Lima, um apaixonado por Campo Grande!

 

   

 

 

 

mineiro diz... Feb 22, 2015

Conforme observamos no 17 - Planejamento Estratégico da Cidade 2013 - 2016 - CVL a maioria das metas previstas não devem ser atingidas até 2016. Ok, entendemos que metas são criadas para gerar desafios e que nem sempe elas precisam ser cumpridas integralmente para que considerar que são um sucesso.

Uma questão que me inquietou é a respeito da meta do Projeto de Transporte Aquaviário.

Era uma meta simples de ser cumprida: Licitar e executar um estudo de viabilidade. A Prefeitura conseguiu cumprir essa meta? Qual o resultado deste estudo? Pode ser disponibilizado para nós esse estudo?

 

Outra questão que me deixou um pouco curioso é a respeito do plano de integração tarifária, que é descrito por quase toidas as metas, mas há quase nenhuma iniciativa para que ela seja cumprida.

 

Há algum plano para que exista uma simplificação das integrações? Hoje, para fazer a integração é necessário um cartão RioCard, que possuem dezenas de tipos (Bilhete Uníco Carioca, Vale Transporte, Bilhete Único, Expresso, Jovem, Idoso, Especial, Temporário....), que só confundem o Carioca. Depois, há algum plano que busque aumentar a quantidade de integrações que o Carioca pode fazer? Temos que combinar que 2h e 2 integrações por dia é muito pouco para uma cidade do tamanho do Rio de Janeiro. Além disso, o RioCard ainda limita o uso a 8 viagens por dia. Com tantos limitadores, será que estamos mesmo incentivando a integração dos modais aos Cariocas, ou estamos regendo como cada um de nós deve se deslocar?

Além disso, o estudo de Origem-Destino pode ser aperfeiçoado através dos dados que o RioCard produz. Esses dados podem ser ainda mais valiosos, se forem cruzados com os dados de Georeferenciamento, produzido através do GPS instalado em cada veículo de transporte da cidade. Existem estudos deste tipo já feitos pela prefeitura? Podem ser disponibilizados?

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