Desafio Ágora Rio

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Deslocamentos a pé

Postado por Ágora Rio (Admin) Jan 18, 2015 Postado em

 

Um dos eixos temáticos deste Desafio Ágora Rio sobre Mobilidade Urbana se refere aos deslocamentos à pé realizados na cidade. Na região metropolitana do Rio, cerca de 6.634.000 viagens são feitas à pé, e por aqui você poderá conhecer um pouco mais do que a Prefeitura tem feito para tornar essa forma de deslocamento mais segura e cômoda aos cariocas.


Já na próxima fase do Desafio, a de Proposição, é a sua vez de sugerir medidas para tornar essa forma de deslocamento na cidade mais segura, acessível, agradável e confortável (levando em consideração a largura dos passeios, a descontinuidade ou a pavimentação das ruas,  rampas, mobiliário urbano, etc.). Será possível também propor melhorias nas principais rotas ou até mesmo o fechamento ou diminuição do tráfego em determinadas vias.

 

Lista de documentos do tema:

1- Projeto Zeladores do Rio - SECONSERVA

2- Projeto de Sinalização para Pedestres - Rio Tur

3 - Termo de Referência - PMUS

(Se tiver algum documento que você gostaria de ver aqui, comente dizendo qual é e marque o perfil da Prefeitura)

Essa publicação foi editada em jan 29, 2015 por Ágora Rio

Este post tem 6 assinantes

Comentários (36)

Jaime Colorado diz... Jan 19, 2015

A Transcarioca na Zona da Leopoldina acabou com as calçadas, deixando a maior parte do trajeto com menos de 1 metro de largura e apenas de um lado da Rua, não repos árvores para conforto ambiental, destruiu praças e desestimulou qualquer deslocamento à pé. Quando a Prefeitura é questionada sobre, informa que urbanizou o entorno da via e replantou mudas de árvores, mas na zona da Leopoldina isto é uma grande mentira. Será que a ideia a ser postada aqui é a Prefeitura não mentir? Até mesmo o ITDP, que foi envolvida em um "projeto" de ruas completas na Estacao Cardoso de Morais não tem nada a mostrar. Gostaria de ver aqui este projeto pago pela prefeitura ao ITDP, de Rua Completas no entorno da Estacao Cardoso de Morais /Viuva Garcia da Transcarioca. Gostaria também de ver os projetos de compensacao de pracas publicas de Ramos ocupadas pela Transcarioca e também o projeto de conclusao da passarela dos viadutos Sao Cosme e Damiao, pois o guarda corpo de madeira colocado só de um lado desmontdo para a Transcarioca já esta podre. Como estimular andar se nao ha sequer como em Ramos, por exemplo?

Secretaria Municipal de Obras diz... Jan 28, 2015

Olá, Bolanhos. Muito obrigado pela sua participação.

O viaduto era uma demanda antiga da população da Leopoldina para reorganizar o tráfego local. A Secretaria Municipal de Obras admite que algumas calçadas na região ficaram menores do que o padrão. Contudo, os técnicos da SMO executaram o projeto atendendo as solicitações dos moradores da região apresentadas em audiência pública. À época, os presentes optaram por uma calçada menor, já que a alternativa, descartada pelos moradores, seria desapropriar mais casas. 
Lembramos que, obedecendo as diretrizes da licença ambiental do Istituto Estadual do Ambiente, 0,5% do valor total da obra foi direcionado para o Fundo Brasileiro para Biodiversidade, 
Seguimos dispostos a dialogar sobre estas e outras questões.

  Abraço!
Jaime Colorado diz... Jan 28, 2015

FInalmente um canal que há respostas e possibilidade de dialogo, pois o Explicador, o 1746, o Facebook e o Twitter, nos ultimos 2 anos não funcionou.

Sobre os itens:

1. o tema é mobilidade à pé, logo não há questão sobre viaduto e sim passarela. A que fica entre o Viaduto São Cosme e São Damião teve o lado da Rua Vassalo Caruso desmontado e um guarda corpo de madeira podre instalado, sem a remontagem depois da Transcarioca. Como atravessa-lo se somente um lado está liberado para os pedestres?

Quanto ao viaduto ser uma demanda antigo, não sei como algo construido exclusivamente para a Transcarioca como o Renatinho Partideiro pode reorganizar o trafego de carros do bairro, mas não é o tema aqui. Mesmo assim, não seguir com ele liberando a passagem dos viadurtos São Cosme e Damião foi alvo até de reportagem também:

http://extra.globo.com/noticias/rio/brt-trans...s-14177986.html

2. O fato da população leiga abrir mão das regras básicas de urbanismo em termos de largura mínima de calçadas, por desconhecimento frente a um grupo de profissionais, não altera o problema real existente implantado por obra pública. Opção ao trajeto com menos desapropriações havia, como o grande terreno da Rua Cardoso de Morais 400, que ligaria o trajeto da Rua Costa Mendes a Av. dos Campeões, mas creio que não havia prazo até inauguração.

Como admintido, não há calçadas em padrão aceitável. Qual a proposta de correção?

3. Esta rua e o entorno da Estação Cardoso de Morais está tão ruim que foi alvo de um projeto da Prefeitura do Rio junto ao IDTP no conceito "Ruas Completas". Qual foi o resultado do Projeto?

Fonte: http://www.itdpbrasil.org.br/index.php?option...icle&id=227:oficina-propoe-repensar-e-sugerir-melhorias-em-ruas-proximas-ao-brt-transcarioca-em-ramos-e-madureira&catid=63:arquivos-de-noticias&Itemid=213&lang=pt-br

4. As praças de todo um bairro foram destruidas pela Transcarioca, reduzindo local para deslocamentos, lazer e exercícios, expondo a população a risco como na reportagem abaixo. Qual a proposta de correção?

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/20...brt-no-rio.html

Até áreas que teriam uso público (UOP e Praça) , na Rua Cardoso de Morais, 509 e 609, respectivamente, estão abandonadas, um inclusive em chaõ de terra para os pedestres. Qual a proposta de solução? Já foi até materia de jornal e continuou sem solução o acabamento da obra:

http://oglobo.globo.com/eu-reporter/buraco-ao...m-dono-14244110

5. Em áreas cujo conforto ambiental para os pedestres poderiam ser conservados através de árvores, como no entorno da Estação Cardoso de Morais e na Praça Prof. Mouraõ Filho, a opção foi o concreto sem plantio de árvores. ALguns vasos com arbustos mortos não foram o bastante, ao contrário do que o "Projeto de Paisagismo" afirma. Qual o plano de urbanização real do entorno da Transcarioca em Ramos, restaurando a capacidade do cidadão carioca em se deslocar com o minimo de proteção do verão carioca?

Jaime Colorado diz... Feb 5, 2015

acabou o dialogo?

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Jaime Colorado diz... Feb 6, 2015

eu realmente achava que a prefeitura participaria desta fase de debate... é uma pena que nao haja resposta aos pedidos de relatorios e informacoes.

Nenhuma surpresa na Prefeitura, sempre ausente, infelizmente.

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Secretaria Municipal de Obras diz... Feb 6, 2015

"Olá, Jaime.

O procedimento adotado para apresentação do projeto da Transcarioca é o definido por lei: audiências públicas, nas quais todo cidadão pode questionar e inferir sobre o escopo apresentado. A opção de trajeto adotada foi uma recomendação do Instituto Estadual de Ambiente, acatada em acordo com com os moradores.

Não está nos planos da Prefeitura desapropriar mais terrenos para que as calçadas sejam maiores neste trecho. Isso implicaria em grandes áreas remanescentes sem uso, além de prejudicar um grupo de moradores que teriam seus imóveis desapropriados. Com esta solução, a Secretaria Municipal de Obras buscou minimizar os transtornos das obras à população. Lembrando que a implantação da Transcarioca beneficia mais de 320 mil pessoas por dia e valorizou todos os imóveis na área de abrangência.

O vídeo da matéria citada mostra crianças fazendo uso indevido da canaleta do BRT. É uma situação de grande perigo e a CET-Rio, sempre que implanta o sistema, promove campanhas de conscientização da população para uso seguro do sistema, como em qualquer cidade do mundo em que o BRT é adotado como modal. 

Sobre a Rua Cardoso de Moraes, a matéria citada é de outubro de 2014, aproveitamos a oportunidade para reforçar que a obra já foi realizada e o pavimento refeito.

Obrigado pela sua participação. Seguimos abertos a qualquer esclarecimento."

Abraço,

Jaime Colorado diz... Feb 6, 2015

A culpa é da população carioca que não entende nada de urbanismo e obras: entendi a explicação.

Também foi pleito da população deixar depois da obra da Transcarioca uma passarela usada para se locomover de um lado ao outro do bairro por cima do trilho da Supervia assim? Com um guarda corpo, a beira do precipício, de madeira podre? Tendo que andar até a próxima passarela a um quilometro de distância?

http://i.imgur.com/owi5PI9.jpg

Então vocês informam também que as áreas desapropriadas vão ficar sem uso, que não há projetos de urbanismo e qualidade de vida nos bairros, e serão tratados como terrenos baldios como este da foto abaixo, e que  não será convertido em locais onde as crianças possam soltar pipa, ou outras atividades, evitando usar a canaleta da Transcarioca?

http://i.imgur.com/3faC91B.jpg

Pelo menos nesta foto a área tem uso para carros da Prefeitura estacionados sobre um canteiro de plantas deixado no terreno baldio, trafegando sobre a calçada para lá chegar, pois carros é mais importante que pessoas no Rio.

Não entendi no contexto de vossa resposta a citação de quantos passageiros a Transcarioca carrega, pois não foi dito que construir a Transcarioca foi um erro. Está sendo questionado que o urbanismo que Prefeito descreveu do entorno da Transcarioca e o fim do abandono da Zona da Leopoldina que não aconteceu, e isto não tem nada a ver com a operação do BRT. BRT está sendo discutido no tópico de Transporte Coletvo. Peço tratar do tema mobilidade à pé:

Podem indicar onde o pavimento foi refeito como afirmado sobre a reportagem? Nesta foto batida ONTEM no local não observei isto:

http://i.imgur.com/QdjB42F.jpg

Ou sobre a reposição das árvores, que não foram citadas na ultima resposta, mas constam na anterior, para conforto ambiental do pedestre e até do morador do bairro. Esta foto representa a "reposição" das árvores e a ótima qualidade da calçada entregue na Praça Professor Mourão Filho:

http://i.imgur.com/QQOjSRQ.jpg

Como previamente indicado, talvez a proposta a ser feita nesta plataforma é a Prefeitura ter efetivamente a gestão da cidade ou planejar-se com respostas melhores do tipo: "É do conhecimento da Prefeitura a necessidade de melhorias no bairro e isto será feito através de um projeto de urbanismo futuro" - isto sim é enrolar adequadamente e diferencia-se da resposta dada na matéria de jornal:

" Em nota, a Secretaria municipal de Obras informou que a implantação do Parque Madureira reduziu em três graus a temperatura da região. De acordo com o órgão, a prefeitura realiza “ações a fim de reduzir a sensação térmica na cidade” e que a implementação dos BRTs é acompanhada pela reurbanização das regiões em torno e do plantio de árvores."

Fonte: http://extra.globo.com/noticias/rio/verao/obr...s-15065781.html

 Acredito até que pela forma que ambiente foi entregue aos moradores do bairro se locomoverem, a "declaração de amor" do Eduardo Paes é bem confusa:

" Posso dizer que esta obra é uma espécie de declaração de amor ao Rio de Janeiro. Seu subúrbio viveu mais de 49 anos de um abandono em alto grau. Quando entregamos a Transcarioca, não falamos apenas de mobilidade, mas da recuperação dos bairros do subúrbio carioca, que é a alma dessa cidade. O BRT vai permitir que o Rio de Janeiro se encontre e redescubra sua verdadeira identidade."

 Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=4756186

 Será que estas fotos é a citada "identidade do Rio"?

Volto aqui a pedir o documento gerado pela parceria ITDP e Prefeitura, citado anteriormente.

 

Obs? acabei de descobrir que perguntas sobre a ruas do entorno da Transcarioca em Ramos estáo sendo censuradas no Facebook da Prefeitura! Que coisa feia...

Jaime Colorado diz... Feb 12, 2015

Fatos e fotos tornaram mais difíceis de obtermos informações sobre a politica de urbanismo e acessibilidade para o bairro em questão?  Queria citar um trecho do RAS (Relatorio Ambiental Simplificado) da Transcarioca e gostaria de saber qual foi a avaliação para garantir o estimulo ao deslocamento a pé na zona da Leopoldina e em Ramos, mais especificamente? desmobilizando a estrutura de estimulo a isto intra bairro:

Os bairros estudados são marcados por uma maioria de áreas alteradas e urbanizadas. O bairro de Ramos é o mais urbanizado, seguido por Olaria e Penha. ... Segundo dados do Instituto Pereira Passos, os bairros estudados localizam-se na AP- 3, que apresenta áreas destinadas ao lazer muito inferior as áreas da AP-2, onde se encontram os bairros da Zona Sul. A AP-3 tem no total de 1.306.486 metros quadrados de área de lazer, distribuídas em praças, parques, jardins e outros. Cerca de 88 539 494 metros quadrados da AP-3 são destinados a áreas de parque. Todavia, não há nenhum parque nos bairros abrangidos pelo trecho/etapa 02 da Transcarioca. Na área estudada, somente são encontradas áreas de praças, jardins, entre outros. ... As praças, segundo os dados do IPP, são o tipo de espaço público mais comum nos bairros estudados, nas quais a população pode encontrar brinquedos infantis, quadras de esporte, bem como realizar atividades de comunhão social. A ausência de parques em todos os bairros e a ausência de jardins em Ramos, Olaria e Penha - bairros densamente habitados - nos revela que as praças são os espaços fornecidos pelo Estado para a socialização. No entanto, essas ainda se mostram em quantidade insuficiente, considerando as necessidades locais.   Secretaria Municipal de Obras Coordenadoria Geral de Obras 5ª Gerência de Obras Fonte: http://www.poiesiseditora.com.br/sites/g/file...tapa2_.2011.pdf

 

Jaime Colorado diz... Feb 22, 2015

chegamos a fase de proposicao e nada do que foi levamtado aqui foi respondido pela SMO. Nao ha gestao efetiva do territorio municipal e a unica ideia a ser colocada no Agora sera a Prefeitura do Rio parar de mentir sobre a execucao da gestao do territorio, mesmo assim, com certeza nao executara.

 

André Ribeiro diz... Jan 19, 2015

Enquanto avenidas da cidade não forem pavimentadas, arborizadas e devidamente sinalizadas para o tráfego de pedestres, dificilmente veremos o morador trocar o carro para percorrer distâncias minimas. Um exemplo é a avenida Areia Branca, na zona oeste. Calçadas precárias e intenso fluxo de carros. O desrespeito é grande, o caos impera e o número de acidente é crescente.

André Ribeiro diz... Jan 30, 2015

Eu solicitei diversas vezes pelo 1746 faixas de pedestre para um cruzamento muito perigoso na Avenida Areia Branca em Santa Cruz, zona oeste. Mas só obtive resposta quando informei minha reclamação a mídia. Ainda assim a resposta não foi animadora. Está sendo elaborado um projeto pra, acredito eu, pintar as faixas de pedestre no asfalto. Já faz mais de um ano e o cruzamento que possui uma escola do município numa das esquinas continua sem faixa, sinalização precaria. Como eu posso acreditar que a prefeitura faça algo em prol do pedestre. Tento acreditar que os esforços estão todos voltados pros grandes corredores de ônibus pras olimpíadas, mas aí é que está o erro. Jamais deviam abandonar as areas mais carentes da cidade. Protocolo 7015794-0

Jaime Colorado diz... Jan 31, 2015

Protocolos não atendidos de sinalizacao viaria horizontal é a assinatura da CET RIO infelizmente. em Ramos, nem onde a Transcarioca passou há faixas de pedestre. via 1746 já me disseram até que não acharam o logradouro...

Georgina S. S. Viana diz... Jan 21, 2015

Pedestre quer calçada para andar . E para manter este hábito , antigo e saudabilíssimo , precisa de pavimentação , segurança , iluminação e sinalização . Não vejo as administrações pensando nisto quando criam os seus projetos . Ao contrário . É notória a eliminação da mobilidade a pé , supervalorizando os deslocamentos através das máquinas ( automóveis , motos , onibus , etc ) . Esqueceram que andar a pé é o primeiro exercício humano ? 

Marcia Revoredo diz... Jan 22, 2015

Como pedestre percebo que ações como a travessia de pedestre elevada, como as colocadas na Rua Nelson Mandela contribuem para os motoristas respeitarem essa travessia sem necessidade de um semáforo no local, vejo que essa ideia poderia ser replicada em outras ruas secundárias.

Por outro lado, a vida do pedestre é complicada nas calçadas estreitas, como em boa parte das principais ruas de Botafogo, com postes somados às árvores, em um cenário resultante da falta de planejamento urbano, em que não sobra espaço pro pedestre e inviabiliza o uso pelos cadeirantes (que acabam utilizando uma das faixas das ruas para poderem se deslocar) é urgente que sejam elminados alguns postes e sejam feitas passagens subterrâneas para o cabeamento da energia otimizando os espaços, inclusive adotanto inovações na área de iluminação pública.

Alem disso é necessária uma ação efetiva para regulamentar e fiscalizar a conservação das calçadas. Chega de calçadas sem acessibilidade, buracos, pedras portuguesas  mal instaladas e mal conservadas...  Se os proprietários não conservam, a prefeitura deveria realizar a obra e botar na conta do proprietário, multa, contribuição de melhoria, ou outra solução parecida. 

Olá, Márcia. Obrigado pela participação.


Com relação a conservação das calçadas, temos ações pontuais nas calçadas da cidade com nossas gerências de Conservação, com funcionários do Programa 'Zeladores do Rio' e com os Calceteiros em calçadas de pedras portuguesas. São quase 12 mil notificações entregues em cerca de 30 bairros nos últimos 12 meses. Desse total, 70% da população realizou o reparo de suas calçadas em até 30 dias, contribuindo assim com a prefeitura e mantendo um passeio ideal para a circulação de pedestres e pessoas com necessidades especiais.

Jaime Colorado diz... Jan 27, 2015

Eu realmente gostaria de ver o relatório de multas de calçadas mal conservadas, principalmente na zona norte e mais especificamente na Zona da Leopoldina. Minha curiosidade é do fato de ter vários protocolos abertos no 1746 nesta região, alguns com quase 6 meses, sem nenhum retorno da Prefeitura quanto a multa e nem sequer o conserto das calçadas. Me parece que a "lei não vale" para esta região da Zona Norte. Não me impressiona, pois o abandono da Prefeitura é nítido, haja visto que é inclusive a única subprefeitura da cidade que não está participando do Àgora. Nâo há como marcar este usuário neste comentário, infelizmente...

Jaime Colorado diz... Jan 30, 2015

Inclusive a este pedido acrescento também um relatório analítico de multas a veiculos estacionados sobre o passeio. Na zona da Leopoldina é absurda a quantidade de acionamentos ao 1746 que levam muito tempo para serem fechados. Alguns são fechados com ctrl c ctrl v de putros chamados citando as mesmas placas e tem até alguns que nem são fechados.  Parece que falta guarda municipal nesta região.  Pena que o terreno na Rua Cardoso de Morais, 509, que era para a UOP da Leopoldina está com a obra abandonada pela Prefeitura do Rio.

Arlindo Pereira diz... Jan 30, 2015

Gostaria de citar um exemplo concreto de rua que deveria melhorar de forma sensível as calçadas - Rua Bambina, em Botafogo. É uma rua bastante larga, possui estacionamento dos dois lados da calçada e faixa de rolamento larga o suficiente para dois carros lado a lado - embora só possua uma faixa, pois não há pintura de separação de faixas de rolamento - e calçadas de um metro, com postes no meio. Ocorre que a todo momento e principalmente a noite, pedestres - especialmente mães com carrinhos de bebê e cadeirantes - se veem obrigados a andar pela faixa de rolamento, junto aos carros, pois não há condições de utilização. Isto é inaceitável.

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Arlindo Pereira diz... Jan 30, 2015

Uma melhoria pontual que gostaria de sugerir é a instalação de travessia em nível (semelhante às instaladas na Rua Nelson Mandela) na Rua Von Martius, no Jardim Botânico, esquina com Rua Pacheco Leão. O cruzamento é rota natural de quem vem caminhando para o Horto, e no entanto este cruzamento - movimentado, no final de uma descida e com três linhas de ônibus, inclusive - não possui nem ao menos faixa de pedestre, de forma que os pedestres se veem alijados de sua preferência para cruzar a via. Como mencionei, creio que o equipamento ideal para a região seria a instalação de faixa de pedestre elevada (table crossing), afim de que além de ser a sinalização horizontal de preferência, atue como elemento redutor de velocidade.

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Arlindo Pereira diz... Jan 30, 2015

Uma solução tecnológica para toda a cidade que poderia ser interessante de ser desenvolvida é a criação de um mapa aonde os usuários pudessem apontar a necessidade da criação de rampas nos cruzamentos e demais desníveis da calçada, para que a SMO/Seconserva possa saber aonde são necessárias mais intervenções neste sentido.

José Henrique Melman diz... Feb 2, 2015

Aos que estão postando ideias aqui, por favor, não esqueçam de postá-las como ideias quando da fase de proposição! :)
Já estou preparando as minhas, só não me recordo as limitações (número de caracteres, tamanho dos anexos, número de anexos, etc), e não encontrei na FAQ, será que o perfil do Ágora Rio poderia ajudar?

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Ágora Rio diz... Feb 3, 2015

Olá, José Henrique.

O Ágora Rio não tem restrições severas quanto ao tamanho de texto e quantidade de arquivos na etapa de proposição. No entanto, para melhor compreensão de todos, recomendamos que os textos sejam concisos e diretos, principalmente o título. Recomendamos até 80 caracteres para o título e até 400 para o texto descritivo da proposta.

Aproveitamos para reforçar o seu convite para participação de todos na etapa de Proposição!

Sergio Telles diz... Feb 4, 2015

Seguem algumas sugestões para debate:

1. As passagens subterrâneas no nível do solo devem voltar a ser consideradas como prioridade, pois o padrão de iluminação atual possível com lâmpadas LED viabiliza galerias mais seguras, além do uso de câmeras de segurança, além de se instalar quiosques e serviços públicos para garantir movimentação nestes locais. As passarelas estimulam o pedestre a não utilizá-las e dificulta as pessoas com necessidade pelas rampas ou escadas. Já deveria ser pensado para o BRT TransBrasil desta forma, uma nova Avenida Brasil com passagens subterrâneas para pedestres, em nível, elevando a via dos carros. É um absurdo quem está motorizado andar no plano e quem está a pé ter que subir quase 10 metros e descer pra atravessar qualquer via.

2. As passagens subterrâneas das estações da Supervia e do metrô deveriam ser requalificadas com mais escadas rolantes (inclusive para descer) e elevadores disponíveis, além de completamente cobertas, inclusive nas saídas, requalificação da iluminação, instalação de câmeras de segurança e disponibilização de quiosques para ocupação permanente destes espaços. 

3. As estações da Supervia e do metrô com passarelas deveriam ser reformadas para inclusão dos mesmos itens citados anteriormente, e sempre que possível estudado para substituição por passagem subterrânea. 

4. Deveria ser estudada a possibilidade de elevar ou, preferencialmente, tornar as vias da Supervia e metrô linha 2 subterrâneas nas proximidades das áreas mais adensadas do sistema no município, com enorme ganho de circulação com novas áreas verdes para os pedestres e integração entre os dois lados dos bairros, além de espaço para instalação de serviços públicos em áreas de grande circulação. Estações prioritárias: Santa Cruz, Paciência, Campo Grande, Bangu, Padre Miguel, Anchieta, Marechal Hermes, Madureira/Mercadão de Madureira, Cascadura, Piedade, Engenho de Dentro, Méier/Silva Freire, Riachuelo, Pavuna, Rocha Miranda, Pilares, Del Castilho, Inhaúma, Cordovil, Penha, Bonsucesso e São Cristóvão. Essa solução é importante também para instalação de dispositivos culturais nestes bairros, a maioria deles não contam com nenhum teatro, cinema ou centro cultural.

5. Troca de calçamento em vias de pedestres em algumas ruas do Centro com pedras portuguesas e paralelepípedos por algum piso mais adequado ao conforto dos pedestres, além da eliminação de degraus e desníveis. A população está com média de idade cada vez maior e isto deve ser considerado em todos os projetos de mobilidade urbana.

6. Troca de todos os bueiros exaustores por torres, causam desconforto especialmente às mulheres, podendo inclusive ocasionar acidentes.

7. Adoção da "regra da mão" em faixas de pedestres sem sinal, onde o aceno do pedestre na faixa obriga os motoristas a parar. Instalação obrigatória de faixas de pedestres, ainda que simplificadas, em toda a cidade, inclusive e especialmente no meio de quadras com mais de 150 metros entre interseções.

8. Adoção de coberturas especialmente com arborização mais densa em regiões de grande circulação de pedestres, reduzindo o impacto do sol sobre os pedestres.

9. Inserção de funiculares, elevadores e outras soluções em áreas íngremes da cidade, especialmente nas comunidades em todo o entorno da Serra da Carioca, em bairros como Santa Teresa e na Ilha do Governador, onde há muitas passagens de pedestres que precisam das mesmas requalificações apontadas no item 2 para melhorar a qualidade de vida dos usuários dessas vias, muitas delas abandonadas e perigosas, sem sequer um corrimão.

10. Viabilidade de um sistema via Whatsapp ou outro app para que o pedestre possa tirar foto de infrações como carros nas calçadas e isso gere uma prova que resulte em multa para o infrator.

Ágora Rio diz... Feb 4, 2015

Muito obrigado pela sua participação, Sergio.

A partir do dia 23/02 o Desafio Ágora Rio: Mobilidade Urbana entrará em sua fase de Proposição.
Os usuários terão 40 dias para compartilhar suas idéis que, posteriormente, serão selecionadas e irão a votação popular. Você poderá enviar estas e mais quantas ideias quiser. Até lá, convidamos você a continuar participando desta fase de engajamento, conhecendo as informações sobre o transporte da nossa cidade nos documentos dispostos acima.

Você pode conhecer a dinâmica de todas as etapas do Desafio no link:
https://desafioagorario.crowdicity.com/page/view/1944

José Henrique Melman diz... Feb 4, 2015

Me atendo apenas a alguns pontos:
4) Elevação/rebaixamento de vias férreas/metroviárias me parecem gastos desnecessários, dada o atual baixo alcance desses sistemas (impactam diretamente aproximadamente 1.8 milhões de pessoas na região metropolitana como um todo (ver link para PDTU2013 em uma postagem da Prefeitura no item "Transporte Coletivo Municipal"), enquanto que o alcance de ônibus é da ordem de 7 milhões de pessoas, salvo engano (pessoas que vivem/trabalham a menos de 800m de estações ou 500m de pontos de ônibus). Gastar com a requalificação total de uma linha com tantas outras por construir/expandir seria dar uma aplicação não-prioritária aos recursos. Claro que a segregação provocada pela instalação de uma linha férrea/metroviária na superfície é altíssima e devem ser pensados modos de mitigá-la nas regiões onde já há linhas e pensar em modos de construção para as novas que já contemplem melhores práticas para evitar segregação espacial.

6) Bueiros assim deveriam ficar nas faixas de rolamento das vias, e ainda assim, não nas que transitam os transportes coletivos.

10) Sou radicamente contra, desta forma, pelas seguintes razões: não se pode comprovar que a foto é atual; a pessoa que fotografou pode apenas ter escolhido um carro específico por alguma razão (até mesmo uma pessoa que estacionou seu carro sobre uma calçada pode fotografar o carro ao lado porque ele parou muito perto da sua porta, dificultando a entrada). Pode ser feito de forma que o aplicativo informe/chame o Guarda Municipal (que poderia ter um smartfone/tablet com GPS) mais próximo para verificar e aplicar a multa. Ou convênios com empresas de ônibus/BRT para instalação de câmeras que pudessem ser usadas para flagrar avanços de sinal/invasão de faixa exclusiva, etc.

Com as outras, eu concordo, e realmente acho que você deveria reuní-las em uma ideia para ser proposta na próxima fase.

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Jaime Colorado diz... Feb 4, 2015

Concordo com várias ideias do Sergio, pois a população que mora nos bairros cortados pelos trens da cidade tem que caminhar muito mais para circular dentro do bairro, além de sofrer com a acessibilidade. Moradores da zona da Leopoldina entendem perfeitamente esta necessidade de elevação dos trilhos em alguns pontos do ramal Saracuruna (Entre a estação de Bonsucesso e Ramos, entre as estações de Olaria e Penha, etc). Meu caso pessoal é o classico exemplo: Para ir no supermercado, que fica do outro lado do trilho do trem, pego o carro e engarrafo mais a cidade porque não posso pegar um carrinho de feira e descer e subir a escada com ele pesado , depois das compras (sim, cadeirantes então não tem vez). Além disso, se fosse por baixo do trilho elevado, caminharia apenas 100 metros, já pela passagem subterranea e passarela, caminho 600 e 900 metros subindo e descendo escadas, respectivamente.

Como estamos discutindo mobilidade à pé, este tema é super relevante, seja para trens, metro, vias expressas e BRT, que é como a população pode se locomover através das barreiras criadas pelo transporte público.

Além de melhorar a circulação, para a zona da Leopoldina, ainda libera áreas de lazer. A zona da Leopoldina tem uma absurda carência de áreas abertas para lazer. 98% da ocupação do solo é feita por imóveis e ruas (concreto e asfalto), quase sem áreas verdes e de lazer, o que desestimula deslocamentos não veiculares, já que é necessário sair do bairro para busca de opções de lazer.

Dados de Cobertura Vegetal: http://sigfloresta.rio.rj.gov.br/

Exemplo de Projeto de elevação de trilhos: http://www.ioerj.com.br/portal/modules/news/a...hp?storyid=2647

Quanto aos carros estacionados nas calçadas, pedi a Prefeitura do Rio e a Guarda Municipal, dados sobre isto na zona da Leopoldina, pois tem chamados que levam mais de 3 dias para serem fechados, o que , lógico, ocorre com a resposta: "veiculo evadiu-se". Alguns bairros tem um histórico de ocupação de calçadas como estacionamento e até mesmo garagem (com cobertura e tudo) que a fiscalização da Prefeitura não tem coragem de ir (Zona de Risco). Concordo que cria-se a possibilidade de fraude com as fotos enviadas, mesmo pelo aplicativo 1746, mas qual a solução para o medo que a Prefeitura tem de ordenar algumas regiões da cidade que não a participação mais direta do cidadão?

Jaime Colorado diz... Feb 6, 2015

outro problema grave no deslocamento à pé: lixo sobre as calçadas. Particularmente na zona da Leopoldina, a irregularidade da coleta e a ausencia da noticiada politica de "lixo zero", torna caminhar nas ruas dos bairros uma corrida de obstaculos! gostaria dos relatorios de multas comparativos entre os bairros da cidade por despejo de lixo e multas do lixo zero

 

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caetanoand diz... Feb 8, 2015

Um problema que percebo no bairro onde moro (Freguesia em Jacarepaguá) é a má utilização das calçadas. É comum aqui no bairro as calçadas serem utilizadas por bares, lojas e mercadinhos como extensão da propriedade colocando  mesas, cadeiras e apoios de mostruário de roupas no meio das calçadas, o que impossibilita o cidadão comum de andar nas mesmas e força a andar na beira da rua. Na estrada de Jacarepaguá entre o mercado Mundial e o Assai é ainda pior, pois barraquinhas verdes de vendedores ambulantes ocupam a maior parte das calçadas. Sendo que não se sabe se é legalizado estarem ali vendendo itens suspeitos (reportagem abaixo), e ainda que seja, a 2 minutos dali existe um terrreno na estrada do Gabinal que é inutlizado e poderia servir de espaço para uma feirinha ou algo similar, a fim de abrigar esses vendedores que não possuem loja física. Realmente, no largo da Freguesia andar a pé é um problema enorme, porém comum as principais ruas. Estrada dos três rios, Gabinal, Tirol, Comandante Rubens Silva, Ituverava e estrada de Jacarepaguá são as que mais sofrem com a falta de espaço na calçada para circulação de pessoas. Além disso, a falta de estacionamento para carros, de um transporte de massa eficiente no bairro e os altos preços cobrados para estacionamento favorecem aos estacionamentos irregulares em cima das calçadas. Se andar a pé já não é visto pela população como algo legal, imagina com barreiras sendo criadas no meio do caminho.

Segue uma reportagem de 2010 falando sobre o problema das mercadorias e estacionamento irregular no bairro.

http://oglobo.globo.com/rio/subprefeitura-apr...eguesia-2934053

Olá, Caetano. Obrigado pela participação.

Sabemos que a educação no trânsito é um desafio constante para todos nós. A Prefeitura tem feito campanhas educativas, especialmente em áreas de especial interesse social. Infelizmente nem todos os alguns motoristas respeitam as calçadas e ciclovias. Para preservar o espaço dos pedestres e ciclistas, a Secretaria de Ordem Pública conta com serviço de reboque, o que tem ajudado a disciplinar certos espaços. Esperamos que, com o apoio de ações do gênero, a cultura e percepção da importância das ciclovias e calçadas mude.

Com relação aos ambulantes da Freguesia, é um dilema, entre os que gostam e querem esses vendedores e aqueles que gostariam de ver as calçadas totalmente livres. A Prefeitura tem um número limite de cadastro de ambulantes e realiza ações de fiscalização constantes para evitar a presença de pessoas não cadastradas. Fiscalizações em estabelecimentos que utilizam o espaço público também são rotineiras.

Temos como meta fiscalizações ainda mais constantes e rigorosas para disciplinar o espaço público.

Jaime Colorado diz... Feb 13, 2015

na abandonada zona da Leopoldina, que não parece ter a mesma gestão municipal, em Bonsucesso, ambulantes são constantes e ocupam calçadas. recomendo deixar a área interna da Praça das Nações para esta atividade e coibir intensamente nas calçadas da Rua D Isabel e da Rua. Cardoso de Morais.

mas qual subprefeitura vai responder se a subprefeitura da zona norte está ignorando este desafio? não pode-se marcar...

Desafio Agora, qual a credibilidade desta plataforma se a subprefeitura da área mais abandonada da cidade pela Prefeitura nem sequer esta aqui paa respoder a duvidas e apresentar relatorios que suportem as ideias?

 

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Marcelo Santos diz... Feb 14, 2015

Andar a pé nessa cidade é para gente sem sensibilidade.

Sem sensibilidade olfativa.

A dita Cidade Maravilhosa parece a Gisele Bündchen com mau hálito. O Rio fede. Passarelas, praças, ruas, parques, todos fedem a fezes e urina humanas. A passarela que fica embaixo da Avenida Paraguai com a Avenida Chile é um dos lugares mais nauseabundos do Rio de Janeiro. Para que andar a pé em ruas que não têm árvores para proteger de um sol agressivo e que são, literalmente, irrespiráveis?

Não à toa as pessoas usam carro como solução para qualquer deslocamento. Quando a prefeitura fizer a sua tarefa de tornar essa cidade menos inóspita ao pedestre, ao ciclista e ao passageiro de ônibus, poderá pensar em botar a culpa no carro pelo nó da mobilidade...

Paulo Andre diz... Feb 18, 2015

N região de Campo Grande na Zona Oeste é quase impossivel andar a pé, as principais vias muitas vezes a calçada é de terra, e quanado tem uma calçada é toda esburacada, como por exemplo a estrada do pré onde a área em volta do conjunto da marinha é toda de terra, com areas abandonadas trazendo insegurança.

Jorge Lima diz... Feb 18, 2015

Prezados, boa tarde!

Sou morador de Campo Grande e, assim como toda a cidade do Rio de Janeiro, temos problemas seríssimos com o deslocamento de pedestres devido as péssimas condições de nossas calçadas por todo o bairro, provocando sérios acidentes entre crianças e idosos. Esses problemas são mais graves próximos as áreas comerciais, como a área central do bairro (lados norte e Sul), Mendanha e adjacencias (região do West Shopping), estrada do Monteiro (região do Parkshopping Campo Grande), Estrada da Cachamorra, região do Rio da Prata e Olinda Elis (próximo ao Centro Esportivo Miécimo da Silva). Essas zonas são as mais críticas porque contemplam grande fluxo de pedestres e atraem a expansão imobiliária, seja comercial ou residencial.

Carecemos de passagens de níveis entre os lados norte e sul do bairro porque a existente não suporta o grande fluxo de pedestre e está congestionada com lojas em seu interior, o que atrapalha ainda mais o este fluxo.

Vale resaltar que Campo Grande é o bairro mais populoso do município do Rio de Janeiro, possue a segunda frota de veículos, é um grande centro polarizador de servisos aos bairros da Zona Oeste, parte da Baixada Fluminense e Costa Verde e tem uma grande arrecadação de impostos. Gostaríamos que parte desses impostos fossem revertidos para o benefício da sociedade Campograndense!  

Atenciosamente, Jorge Lima, um apaixonado por Campo Grande!

    

Conrado Bahia diz... Feb 18, 2015

Olá!

Se tem um problema em Campo Grande são as calçadas, e isso vale para toda a cidade do Rio.
Vocês poderiam dar continuidade ao programa Rio-Cidade, do ex-prefeito Cesar Maia, que urbanizava verdadeiramente os centros dos bairros, enterrando fiação (melhora muito a paisagem), mudança das vias, fazia calçadas, plantio de árvores e etc.

Mas o que esse programa tem a ver com mobilidade? Nesse caso, eu diria a melhora do deslocamento a pé, pois as calçadas melhoraram e muito.

Na minha opinião, a Prefeitura deveria ser responsável por fazer as calçadas na cidades, pois é uma vergonha em determinados bairros, algumas não tem rampas para deficientes, não tem meio-fio, não tem piso tátil para deficientes visuais e tem muita buraqueira.

Minha ideia é, dar continuidade ao Rio-Cidade, urbanizando as ruas enterrando a fiação, fazendo calçadas com acessibilidade, plantio de árvores (sim, andar a pé em uma sombra é muito mais agradável do que sem) e que a Prefeitura fique responsável pelas calçadas da cidade.

Eu sei que existe o programa Bairro Maravilha, no qual urbaniza diversas vias, mas poderia ser de melhor aspecto o acabamento. O Rio-Cidade dá de dez a zero no Bairro Maravilha, mas compreendo que para uma rua onde não tinha saneamento, rede de drenagem, asfalto e nem calçada o Bairro Maravilha é muito louvável.

Obrigado pela oportunidade e parabéns pra vocês por abrirem esse canal de ideias.

Leonardo Valente diz... Feb 20, 2015

Esta talvez seja o mais importante deslocamento intrabairro a ser discutido. Não há mistérios em garantir o deslocamento a pé, mas há trabalho em uma cidade onde o público é sobrepujado pelo  privado em todo o momento.

Garantir a existência de calçadas dentro do padrão de largura, altura e piso já será um ótimo começo.

A partir daí é se preocupar pela não ocupação por bares e carros. Moro na Freguesia - JPA e é constante a ocupação das calçadas pelo comercio local, sobre tudo por bares. A utilização do 1746 não resolve porque muitos são protegidos pela conveniente policia militar e pela guarda municipal. Um exemplo é o bar Badalado, localizado na Rua Araguaia. Desde 2010, ocupa as calçadas, mas agora se institucionalizou instalando um toldo metálico sobre a calçada, e fazendo o uso permanente de mesas no local. Não adianta ligar para o 1746 porque o bar é sempre guardado por uma viatura da policia. Algumas noites chegam a colocar cones em uma das faixas da rua piorando o fluxo de carros.

Um outro ponto a garantir é a arborização das ruas. Em uma cidade quente como o Rio de Janeiro é fundamental que as ruas sejam arborizadas formando corredores verdes que garantam desde a menor temperatura pelo aumento das áreas de sombra, a circulação de pessoas nas calçadas e o fluxo de aves pela cidade. Novamente, no bairro em que moro os comerciantes locais matam várias árvores diariamente para garantir visibilidade ao seu ponto cormercial. Além de ser estúpido, constitui um crime ambiental. Já contactei a patrulha ambiental e mesmo o 1746 repetidas vezes sem qualquer sucesso, mesmo com o envio de fotos dos locais nada é feito. 

Sergio Neumayer diz... Aug 25, 2015

Tenho uma idéia que permitirá retirar sinais de trânsito das vias expressas, facilitar o acesso de pedestres a estações dos BRT's, facilitar o acesso de passageiros dos BRT's aos ónibus de integração dos bairros, permitir os retornos e cruzamentos de veículos nas vias expressas sem necessidades de sinais de trânsito. IMPORTANTE: Sem custos para o poder público.  Onde devo acessar para descrever meu projeto ou quem devo contatar ? 

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